domingo, 30 de novembro de 2014
O recluso 44 em: Cuidado com a higiene!
Levantar de manhã e tomar um duche, por exemplo, é uma das rotinas mais vulgares.
No entanto, há que ter muito cuidado com os objectos escorregadios!
Nota muito importante: a imagem está uma desgraça, mas o que conta é a intenção.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
FARTOON... O Coiso!
terça-feira, 22 de maio de 2012
FARTOON... Para um relvado bem cuidado!
O uso das ferramentas e materiais adequados ajuda à eliminação de toda a espécie de praga, parasitas e ervas daninhas que podem pôr em causa a beleza do Status Quo!
Seja criativo e diversifique, reinvente, utilize aqueles acessórios que pensou não mais voltar a utilizar, tais como, os velhinhos esquadro e compasso que o ajudaram na escola, aquele martelo dos bifes que já não lhe faz falta, aquele avental velho para não se sujar (higiéne acima de tudo!),...
Mas não se esqueça, esteja sempre de olho em cima do acontecimento!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Zé Bonardo
Olha-m'este... o Zé Bonardo.Agora só porque tem umas merdas penduradas lá no Centro Comercial do Bonardo, pensa que aquilo é dele. A malta nem pode entrar com uma mochila.
Pensará ele que a malta lhe abafa algum vaso Ming e o esconde na mochila; ou que leva ali farnel, com umas mines e umas sandes de torresmos, e depois vai tocar nas cenas com os dedos cheios de gordura.
Vai mazé trabalhar c'mósoutros, ó Bonardo!
Pois agora já não vamos aí. Mete as bijutarias chinesas no cú.
Vai um gajo a outro sítio qualquer e não só podemos levar as mochilas que quisermos, como também podemos tirar retratos a torto e a direito, e só aí é que se veêm essas mariquices. Vai mazé...
sexta-feira, 3 de julho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Tríptico Pontapés nas Bolas: III 1º de Maio - Dia do Trabalhado...
quarta-feira, 4 de março de 2009
Não está caro. Digo eu
Não está caro.
Digo eu
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Ramadão

domingo, 11 de janeiro de 2009
Mamá-la
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Ladrão do livro inédito de Miguel Sousa Tavares candidato a Nobel por serviços à literatura
Ladrão do livro inédito de Miguel Sousa Tavares candidato a Nobel por serviços à literatura
http://www.inepcia.com/
Pato
domingo, 3 de agosto de 2008
As barbas dos caranguejos
- Olha, já temos farra, mas agora falta o tabaco, vai tu buscar tabaco!
- Eu não! diz o outro - depois tu foges e fumas isso tudo sozinho!
- Então vamos tirar à sorte...
Assim fizeram, e o caranguejo escolhido fartou-se de repetir:
- Eu vou buscar tabaco, mas tu não tocas no haxixe até eu chegar!
- 'Tá bem! Diz o outro.
Passaram horas, passaram dias, semanas, meses, a maré enchia e vazava, até conseguiu sobreviver a uma maré negra, e o caranguejo sempre em cima da barra de haxixe, já com bolor e algas e corais e sei lá mais o quê, para ela não fugir.
Ao fim de alguns anos, o caranguejo já envelhecido e barbudo, lá continuava em cima da barra de haxixe, já todo fodido. Até que pensou:
- Ele já morreu, nunca mais aparece e estou eu aqui feito parvo, já todo fodido, a guardar a barra de haxixe, vou mas é comê-la.
Quando este se prepara para deitar a boca à barra de haxixe, salta o outro de trás de uma pedra, também já todo fodido e, com as forças que lhe restavam, qual Corneta, diz:
terça-feira, 29 de julho de 2008
Tulipa Roxa
Zé namorava Maria há 5 anos. Uma moreninha de corpo escultural, bundinha perfeita, peitinho durinho de olhar para cima...
Simplesmente as medidas de uma Deusa grega. Só havia um problema para José, até hoje Maria não tinha liberado nada mais que uns amassos.
Um dia, os dois a rolar pelo sofá, pega aqui, pega ali, mão naquilo, aquilo na mão, etc.,
José começou a tirar a blusinha de Maria, abriu sua calça e quando achou que finalmente ia rolar.
Maria cortou o barato falando:
- José, eu sou moça de família. Só vou transar com você depois de casar. Quando acontecer, até tulipa roxa eu farei com você.
Sem entender o que era 'tulipa roxa' José levantou-se e saiu. Foi à casa de Joana, uma loirinha aguada que era um caso antigo dele, daquelas que liberava geral. Ao chegar José não pensou duas vezes e foi logo para cima de Joana.
Rola prá cá, rola prá lá, depois de várias posições ele não pensou mais e disse:
- Joana, não acha que já estamos sem muitas idéias para nossas transas?
- Também acho, 'Morzinho.
- Então, quem sabe você poderia fazer uma tulipa roxa?
Joana ficou branca e logo gritou:
- QUEM VOCÊ PENSA QUE SOU? POSSO SER SUA AMANTE, FAZER TODO TIPO DE
SACANAGEM, MAS VOCÊ ESTA ACHANDO QUE SOU DESSAS QUE FAZEM TULIPA ROXA?
A moça enfiou a mão na cara do coitado.
- FORA DAQUI, JÁ!!
Jogou tudo o que tinha em cima de José, que não teve alternativa a não ser sair correndo, com as calças na mão.
No dia seguinte José foi para o trabalho, mas não parava de pensar como deveria ser a tal 'TULIPA ROXA'.
Claro que não perguntou para nenhum amigo, pois não queria passar vergonha.
A solução seria uma visita ao puteiro local. Para lá se dirigiu, à noite.
Depois de beber umas e outras, sentiu-se preparado e chamou uma das "garotas", linda, de parar o trânsito.
Ao chegar ao quarto foi logo perguntando:
- Você faz realmente tudo?
- Claro. Estou aqui pra isso, fofinho.
- Qualquer coisa, mesmo?
- Sendo franca: estou aqui para ganhar dinheiro e faço tudo o que for preciso, anal, oral, o que você quiser.
- Então vamos começar logo com a tulipa roxa?
Sem pensar, a putinha tascou um tremendo tapa na cara de José e foi gritando:
- SEU SEM VERGONHA. SOU PUTA, MAS NÃO SOU QUALQUER UMA.QUEM VOCÊ PENSA QUE EU SOU?!!!
A "garota" enfiou a mão na cara do coitado, de novo.
E continuou gritando, enquanto fora do quarto todo o mundo escutava seus berros.
Sem entender o que estava acontecendo o 'segurança' invade o quarto, irritado, pergunta:
- Senhor, o que está acontecendo aqui?
- Meu caro, eu só perguntei se ela fazia de tudo. - respondeu José.
- Ora, aqui todas fazem de tudo. Não estou entendendo. - disse o cafetão.
- Mas, quando eu pedi para ela fazer tulipa roxa ela enlouqueceu...
Sem deixar José concluir a frase o cafetão saca revólver e vai berrando:
- AQUI É UM PUTEIRO DE RESPEITO, MINHAS MENINAS NÃO SÃO DESSE TIPO. SAIA
DAQUI, SEU FILHO-DA-PUTA, SENÃO TE FURO O RABO!!!
E José, novamente sem ter escolha, saiu correndo e foi para a casa de Maria.
Ao chegar, falou:
-Maria, case comigo, agora, por favor. - Afinal, José não aguentava mais não saber o que era tulipa roxa.
Dois dias depois casaram-se e foram para a lua-de-mel. José ia esperançoso, mas no caminho da lua-de-mel, sofreram um acidente Maria morreu.
Até hoje José chora. Não de saudade, e sim de raiva, pois não conseguiu descobrir o que é tulipa roxa.
Quanto a NÓS, parece-me vislumbrar aí uma pontinha de qualquer coisa. Será que também, vamos ficar com raiva.
Afinal, se José não descobriu o que é a tulipa roxa, muito menos eu, que também recebi "esta linda fábula" de um fdp*ta que também não sabia, e perdi um colhão de tempo a ler esta porra, ainda por cima em brasileirês e não consegui descobrir um cú sequer do que fosse.
Então pensei, "Por que não partilhá-la agradavelmente convosco?"
Mandem sempre
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Provavelmente, a melhor anedota de 2008...
- Agora é que 'tá tudo fodido! - diz o velhote - Tu não sabes e eu não me lembro! |
sábado, 26 de julho de 2008
Relato de um homem que depilou os tintins
Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas 'partes'.
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
- Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'
Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos 'tomates'.
Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.
Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.
Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.





