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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Zé Bonardo

Olha-m'este... o Zé Bonardo.
Agora só porque tem umas merdas penduradas lá no Centro Comercial do Bonardo, pensa que aquilo é dele. A malta nem pode entrar com uma mochila.
Pensará ele que a malta lhe abafa algum vaso Ming e o esconde na mochila; ou que leva ali farnel, com umas mines e umas sandes de torresmos, e depois vai tocar nas cenas com os dedos cheios de gordura.
Vai mazé trabalhar c'mósoutros, ó Bonardo!
Pois agora já não vamos aí. Mete as bijutarias chinesas no cú.

Vai um gajo a outro sítio qualquer e não só podemos levar as mochilas que quisermos, como também podemos tirar retratos a torto e a direito, e só aí é que se veêm essas mariquices. Vai mazé...

domingo, 31 de maio de 2009

trono hélios

S. João do Estoril - Parede

Quero ph*der contigo!, o Hino


Juntaram-se os ilustres deste santuário e foram fazer uns quilómetros à Aldeia Grande. Os primeiros de Panzer, com uma hilária selecção musical (Gato das Estevas, Joana Joplin, Os Irmãos Portas) e depois com o Jôquim Bóio. Curiosamente, o último meio de transporte foi a la pate. A la pate e de manif em comício, lá foram sorver uns gastrópodes GT com umas jolas, ali a um tasco de pasto; era o Olegário das Moelas lá do sítio.

Coincidências das coincidências: enquanto se alindavam com vários acessórios (um deles capilar e de alta qualidade, importado da India) com vista à penetração Maximiana, no preciso momento em que se preparavam para ir ver a Etelvina e a sua cobra pelada (com uns momentos de variedades musicais pelo meio) chega o Roberto. Sim ele, o próprio, ali mesmo. Inacreditável.

Lá falaram com ele.

Lá dentro, depois de uns avisos à orelha de um campeão que se estava a armar em nevoeiro, o espectáculo lá decorreu com a normalidade esperada.

Um serão de família, quase.

Uma pérola da poesia a reter:

"Alisaste a minha sarda, na Guarda.

Na Guaaaaaaa aaaaaaaaaa rdaaa. Na Guuaaaaaa aaaaaaaaaaaa rrdaaaaaaaaa."

O hino foi tocado, ali e na barraca (onde não vendiam imperiais porque era contra a religião do patrão, ó o catano! 'dassse, belas religiões, sim senhor) onde, coincidência das coincidências, lá apareceu outra vez o Roberto. Ehehe.

Lá falaram outra vez com ele.

Entre chispes empenados e viagens hilárias lá sentaram o pandeiro no Trono de Hélios.

'Tás a 'ceber?

domingo, 26 de abril de 2009

A força que brota da Natureza

C'um catano!
Devem ter pago uma pipa de massa ao Cutileiro para pegar numa mão cheia de calhaus e transformá-los num c*r*lh** gigante.
Depois disse - digo eu - "Ah e tal, esta escultura é a força que brota da Natureza e tal, e agora devem-me X".
Tudo bem, trabalho de artista é assim mesmo, mas podia ao menos tê-lo feito e admitido, "Ah e tal isto é um c*r*lh**, pronto! Embora simbolize a força que brota da Natureza e blá blá blá, mas é um c*r*lh**"
Até fica ali bem, digo eu.
É representativo da zona. Pelo menos, é o que consta.
Fica a coroar aquela zona da capital.
.
Força que brota da Natureza... 'tá bem, tá!...
.
.
*a
**o

sábado, 25 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Uma partida de Carnaval...

...um pouco alternativa.
Até ver.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Uma regaleira

Surpreendido a fumar no seu local de trabalho.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Folhinha de lixa


Em Abril, manif’s!
Manif’s com fartura. Como não podia deixar de ser.
Ali, na Aldeia Grande.
E como não podia deixar de ser, vermelho!
Vermelho com fartura.
Mais uma vez, a malta que organiza os calendários e os eventos, falhou. Todas as efemérides em efemérides. Este ano tem falhado, vamos lá ver nos seguintes.
Entre o vermelho, o rosa e o branco, lá se atenuaram as manif’s, quentes, numa rua de além do Tejo, mesmo com folhinha de lixa.
Ui, uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuui!


sexta-feira, 4 de abril de 2008

Pelos caminhos de Portugal, eu vi tanta coisa linda, vi um mundo sem igual

Devido aos excessos de alguns, impuseram-se alguns limites.
Sim, só 50. É a obrigação de quem lá passa, cada vez que lá passa.
Há por aí quem não cumpra!...
Acima dos 50, é melhor não, acende o vermelho.
É melhor parar. Podem causar-se acidentes.
Já ele a 5 pode ser perigoso, quanto mais a 50.
A 2 é melhor. É sempre melhor.
Ou parados?!
Também se fazem bem parados.
É diferente. É outra das formas.
Seja como for, façam-nos quantas vezes quiserem, nunca os façam fora dos limites.
Mas façam-nos! Vale muito a pena!

terça-feira, 1 de abril de 2008

É uma malta bestial

... à parte de nem o Totoloto e Loto2, Euromilhões e até Totobola, tudo com Joker, não ter saído, de um oculista e de uma Mucipharm que nunca foram utilizados, de um trânsito brutal e de um parque infantil em construção, de um café à "Uma da manhã! Hei!" com os quase "Melhores Bitoques do Mundo" e de uma adega que não é de lá... uma gente bestial.

terça-feira, 25 de março de 2008

Já está!

Já está; não custou nada, pronto.

terça-feira, 18 de março de 2008

'Tá quase!... III

Falta 1 semana.

terça-feira, 11 de março de 2008

'Tá quase!... III

Faltam 2 semanas

terça-feira, 4 de março de 2008

'Tá quase!... II

Faltam 3 semanas

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

'Tá quase!... I

Faltam 4 semanas.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O "Deserto"

Destes dias mais profanos, tiram-se alguns.
Põe-se o pé onde já se esteve, noutras ocasiões, mas desta com mais sossego e deleite. Os lugares de sempre, iguais a sempre, parecem agora diferentes, são agora mais prazenteiros. A companhia proporciona-nos estas e outras vontades.
Não há horas que segurem uma aventura. Não há tempo que desafine este dueto.
- E amanhã?
- Amanhã, se chover, depois do pequeno-almoço, o tálamo espera-nos, se não chover, logo se vê.
- Devia chover!...
- Pois devia...

Não choveu, não fez mal, depois de uma visita a Baco, inundámos as vontades com cheiros e calores. Saciámos, por instantes, os apetites.
Perfeito.
Por estas terras de pão e gentes de paz, por estas terras do grande lago, por este “deserto” assim vomitado por ninguém, fugimos à loucura profana da metrópole e santificaram-se como nunca, os dias que infelizmente voaram.
A próxima? Pois, a próxima não se sabe bem ao certo, mas parece que voa nas asas de uma mariposa feita senhora.