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quinta-feira, 10 de maio de 2012

FARTOON... A Fórmula Resolvente!

Uma profissão em vias de extinção, a de ''Engraxador'', salvo raros casos em que a grande especialização a tornam numa actividade de elite!
Concorrente directa da profissão de ''Lambe-Cús''.

terça-feira, 8 de maio de 2012

FARTOON... o início das hostilidades!


 Algo que, ao que parece, deu muito gozo a fazer, embora, também ao que parece, a vontade de terminar se tenha sobreposto ao '' fazer uma coisa em condições''...

De qualquer das formas... cá vai uma modesta contribuição para um possível anúncio da conhecida marca de tratores «New Hollande»

terça-feira, 21 de abril de 2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

Presente de Natal Alentejano (ainda)

Estouuuu... é da GNR?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli.
Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da Guarda estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da Guarda?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim
- Então feliz natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!

domingo, 3 de agosto de 2008

As barbas dos caranguejos

Dois caranguejos amigos (mas muito desconfiados um do outro) andavam a passear na praia. A certa altura encontraram uma barra de haxixe a boiar. Diz logo um para o outro:
- Olha, já temos farra, mas agora falta o tabaco, vai tu buscar tabaco!
- Eu não!
diz o outro - depois tu foges e fumas isso tudo sozinho!
- Então vamos tirar à sorte...

Assim fizeram, e o caranguejo escolhido fartou-se de repetir:
- Eu vou buscar tabaco, mas tu não tocas no haxixe até eu chegar!
- 'Tá bem!
Diz o outro.
Passaram horas, passaram dias, semanas, meses, a maré enchia e vazava, até conseguiu sobreviver a uma maré negra, e o caranguejo sempre em cima da barra de haxixe, já com bolor e algas e corais e sei lá mais o quê, para ela não fugir.
Ao fim de alguns anos, o caranguejo já envelhecido e barbudo, lá continuava em cima da barra de haxixe, já todo fodido. Até que pensou:
- Ele já morreu, nunca mais aparece e estou eu aqui feito parvo, já todo fodido, a guardar a barra de haxixe, vou mas é comê-la.
Quando este se prepara para deitar a boca à barra de haxixe, salta o outro de trás de uma pedra, também já todo fodido e, com as forças que lhe restavam, qual Corneta, diz:
- Pára, caralho! Se tocas na barra de haxixe não vou buscar o tabaco!!!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Tulipa Roxa

Zé namorava Maria há 5 anos. Uma moreninha de corpo escultural, bundinha perfeita, peitinho durinho de olhar para cima...
Simplesmente as medidas de uma Deusa grega. Só havia um problema para José, até hoje Maria não tinha liberado nada mais que uns amassos.

Um dia, os dois a rolar pelo sofá, pega aqui, pega ali, mão naquilo, aquilo na mão, etc.,
José começou a tirar a blusinha de Maria, abriu sua calça e quando achou que finalmente ia rolar.
Maria cortou o barato falando:
- José, eu sou moça de família. Só vou transar com você depois de casar. Quando acontecer, até tulipa roxa eu farei com você.


Sem entender o que era 'tulipa roxa' José levantou-se e saiu. Foi à casa de Joana, uma loirinha aguada que era um caso antigo dele, daquelas que liberava geral. Ao chegar José não pensou duas vezes e foi logo para cima de Joana.
Rola prá cá, rola prá lá, depois de várias posições ele não pensou mais e disse:
- Joana, não acha que já estamos sem muitas idéias para nossas transas?
- Também acho, 'Morzinho.
- Então, quem sabe você poderia fazer uma tulipa roxa?

Joana ficou branca e logo gritou:
- QUEM VOCÊ PENSA QUE SOU? POSSO SER SUA AMANTE, FAZER TODO TIPO DE
SACANAGEM, MAS VOCÊ ESTA ACHANDO QUE SOU DESSAS QUE FAZEM TULIPA ROXA?
A moça enfiou a mão na cara do coitado.
- FORA DAQUI, JÁ!!
Jogou tudo o que tinha em cima de José, que não teve alternativa a não ser sair correndo, com as calças na mão.

No dia seguinte José foi para o trabalho, mas não parava de pensar como deveria ser a tal 'TULIPA ROXA'.
Claro que não perguntou para nenhum amigo, pois não queria passar vergonha.
A solução seria uma visita ao puteiro local. Para lá se dirigiu, à noite.
Depois de beber umas e outras, sentiu-se preparado e chamou uma das "garotas", linda, de parar o trânsito.
Ao chegar ao quarto foi logo perguntando:
- Você faz realmente tudo?
- Claro. Estou aqui pra isso, fofinho.

- Qualquer coisa, mesmo?
- Sendo franca: estou aqui para ganhar dinheiro e faço tudo o que for preciso, anal, oral, o que você quiser.
- Então vamos começar logo com a tulipa roxa?

Sem pensar, a putinha tascou um tremendo tapa na cara de José e foi gritando:
- SEU SEM VERGONHA. SOU PUTA, MAS NÃO SOU QUALQUER UMA.QUEM VOCÊ PENSA QUE EU SOU?!!!
A "garota" enfiou a mão na cara do coitado, de novo.
E continuou gritando, enquanto fora do quarto todo o mundo escutava seus berros.
Sem entender o que estava acontecendo o 'segurança' invade o quarto, irritado, pergunta:
- Senhor, o que está acontecendo aqui?
- Meu caro, eu só perguntei se ela fazia de tudo. -
respondeu José.
- Ora, aqui todas fazem de tudo. Não estou entendendo. - disse o cafetão.
- Mas, quando eu pedi para ela fazer tulipa roxa ela enlouqueceu...

Sem deixar José concluir a frase o cafetão saca revólver e vai berrando:
- AQUI É UM PUTEIRO DE RESPEITO, MINHAS MENINAS NÃO SÃO DESSE TIPO. SAIA
DAQUI, SEU FILHO-DA-PUTA, SENÃO TE FURO O RABO!!!


E José, novamente sem ter escolha, saiu correndo e foi para a casa de Maria.
Ao chegar, falou:

-Maria, case comigo, agora, por favor. - Afinal, José não aguentava mais não saber o que era tulipa roxa.
Dois dias depois casaram-se e foram para a lua-de-mel. José ia esperançoso, mas no caminho da lua-de-mel, sofreram um acidente Maria morreu.

Até hoje José chora. Não de saudade, e sim de raiva, pois não conseguiu descobrir o que é tulipa roxa.

Quanto a NÓS, parece-me vislumbrar aí uma pontinha de qualquer coisa. Será que também, vamos ficar com raiva.

Afinal, se José não descobriu o que é a tulipa roxa, muito menos eu, que também recebi "esta linda fábula" de um fdp*ta que também não sabia, e perdi um colhão de tempo a ler esta porra, ainda por cima em brasileirês e não consegui descobrir um cú sequer do que fosse.
Então pensei, "Por que não partilhá-la agradavelmente convosco?"

Mandem sempre


segunda-feira, 28 de julho de 2008

Provavelmente, a melhor anedota de 2008...




Um velhote de 90 anos e uma jovem de 20...

Em plena noite de núpcias, o homem vê a jovem muito nervosa e pergunta-lhe o que se passa.

- É que sou virgem e não sei fazer amor!

- Agora é que 'tá tudo fodido! - diz o velhote - Tu não sabes e eu não me lembro!



gentilmente cedida pelo amigo Torradeira

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Judas, nunca muda... sempre o mesmo!

Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos e apóstolos para uma reunião de emergência devido o alto consumo de drogas na Terra.

Depois de muito pensar chegam à conclusão de que a melhor maneira de combater a situação e resolvê-la definitivamente é provarem a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.

Decide-se que uma comissão de discípulos desça à Terra e recolha diferentes drogas.Efectua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.

Jesus espera à porta do céu. Quando chega o primeiro servo:

- Quem é?

- Sou o Paulo.

Jesus abre a porta:

- E o que trazes, Paulo?

-Trago haxixe de Marrocos.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou o Marcos.

- E o que trazes, Marcos?

- Trago marijuana da Colômbia.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou o Mateus.

- E o que trazes, Mateus?

- Trago cocaína da Bolívia.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou o João.

- E tu, o que trazes, João?

- Trago crack de Nova Iorque.

- Muito bem, filho. Entra.

- Quem é?

- Sou o Lucas.

- E o que trazes, Lucas?

- Trago speeds de Amesterdão.

- Muito bem, filho. Entra.

Quem é?

- Sou o Judas.

Jesus abre a porta:

- E tu, o que trazes, Judas?

- A POLÍCIA JUDICIÁRIA !

- TODOS NO CHÃO! TU TAMBÉM, Ó CABELUDO!!!

Há quem observe os pássaros, de dia; de noite, o nosso amigo Torradeira observa os morcegos.

terça-feira, 25 de março de 2008

Coelho Aviador (uma elegia de Páscoa)



Alberto era um coelho.
Os seus feitos eram conhecidos na quinta onde vivia e nas quintas das redondezas; pode-se até dizer que talvez metade da “coelharia” dos arredores eram fruto da sua voraz “dedicação” à causa, era um coelho trabalhador, mais do que os outros coelhos que por ali viviam, e por isso sempre foi poupado ao breve convívio com o tacho e com o arroz e tinha por ali ficado. Agora, já com alguns anos e com a paciência a que a vida vivida o obrigava, o seu desempenho tinha vindo a decrescer, ele tinha disso consciência, e decidiu passar a pasta.
Já algum tempo que observava, com olhar analítico, um coelho mais novo, o Juvenal.
“É isso, é este mesmo. Este gajo é capaz de se fazer. Vou apostar nele e ensinar-lhe umas coisas.” Pensou o Alberto.
“Olha Juvenal, tens 3 passos principais a seguir para cada coelhinha: primeiro cumprimentas, depois pedes licença e, no final, agradeces. Olha que a educação sexual também é importante. Ouviste bem? Nunca te esqueças disto!”
Certo dia, já depois de várias aulas teóricas e algumas práticas, chegou a altura de assumir a responsabilidade de auxiliar o Mestre na árdua e urgente tarefa em perpetuar a espécie. Tinha de ser naquele dia, o relógio da Natureza não pára.
“Juvenal, anda cá! Temos aqui esta fila de coelhinhas. Eu começo de um lado e tu começas do outro. Metade para cada um. Encontramo-nos ao meio. Percebeste bem? E não te esqueças do que te ensinei!”
E lá vão eles.
“Bom-dia, como está? Dá-me licença? Ora cá vamos (…*…). Prontinho. Muito obrigado, sim?!” assim ia o Alberto, com a sua paciente delicadeza, dedicado mais à qualidade.
"oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.” Aquilo era sempre a aviar, o Juvenal era o verdadeiro Coelho Aviador.
E continuava.
“oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).desculpaAlberto.jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.”
O Alberto, em vez de ter sido aposentado, foi transferido para a secção dos ovos da Páscoa, onde o risco é menor. O Juvenal também lá vai, mas só partilham o refeitório.
Agora trabalha sentado (nos primeiros tempos em cima duma bóia) onde é responsável pelos lacinhos.


sexta-feira, 7 de março de 2008

Queca Super!.....................................(Bock)

Um tipo levou a namorada para uma praia deserta.
Desaperta-lhe o top do biquini e ela começa a refilar porque ali não dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia entrar areia por todo o lado, etc...
O rapaz disse então “Calma lá! Não há nada que não se resolva!!!” e foi ao carro buscar uma grande toalha da Super-Bock, que estendeu.
A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage novamente, dizendo que lá se iam encher de areia, que a toalha voava, que se arranhavam, nhãnhãnhã, nhãnhãnhã... e ele “Calma, calma! Com calma e boa vontade, tudo se resolve.”
E foi novamente ao carro.
Trouxe 4 latas de Super-Bock, estupidamente geladas, que colocou uma em cada canto da toalha, para esta não esvoaçar. Como ela estava sempre a implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do carro e pôr-lha à volta dos olhos.
Continuaram...
Já a rapariga estava nua, quando perguntou “Trouxeste ao menos um preservativo?”.“Pronto. Ai a puta da minha vida!...” pensou ele, mas respondeu “Pois é verdade, aqui não tenho, vou buscar ao carro”. E lá foi ele outra vez, já quase sem o “entusiasmo” inicial, pela distância a que ficava o carro.
Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer "jogging". Ao deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha, primeiro aproxima-se, começa-se a ajeitar e, como ela não se nega, não hesita e pimba, salta-lhe para o espinhaço!!!
Quando termina, decide refrescar-se com uma cervejita, estupidamente gelada. Nisto chega o rapaz com o preservativo.
“Então, está a saber-te bem, não?!” pergunta, com um olhar estupidamente bovino.
“Ui, do melhor, mas despacha-te que ainda estou a pensar em repetir a dose. Foda-se, agora com uma campanha destas é que eles rebentam mesmo com os gajos da Sagres...” rematando com um sonante arroto.

O gajo, o das "merdas no carro", apareceu a boiar numa praia, ao largo da Capital Internacional do Sexo - Péniche - sem dentes e com 4 latas de Super Bock no bucho.
A gaja, a das "arranhadelas", anda a monte.
O outro 'tá fodido, sofre de cirrose, tem a "isca" na última.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A Cigarra e a Formiga (fábula distinta)

Era uma vez uma formiga e uma cigarra que eram muito amigas. Durante todo o Outono a formiga trabalhou sem parar, armazenando comida para o Inverno.

Não aproveitou o sol, a brisa suave do fim da tarde, nem duma conversa com os amigos a tomar uma cervejinha depois do dia de trabalho.
Enquanto isso, a cigarra só andava a cantar com os amigos nos bares da cidade, não desperdiçou nem um minuto sequer, cantou durante todo o Outono, dançou, aproveitou o sol, desfrutou muito sem se preocupar com o mau tempo que estava para vir.

Passados uns dias começou o frio, a formiguita, exausta de tanto trabalhar meteu-se na sua pobre guarida cheia de comida até ao tecto.

Mas, alguém a chamou da rua e assim que abriu a porta teve uma surpresa quando viu a sua amiga cigarra num Ferrari e com um valioso casaco de peles.

A cigarra disse-lhe:
- Olá amiga! Vou passar o Inverno a Paris. Podes cuidar da minha casita?
A formiga respondeu:
- Claro! Sem problemas. Mas o que aconteceu? Onde conseguiste o dinheiro para ir a Paris, comprar esse Ferrari e esse casaco tão bonito e caro?
E a cigarra respondeu:
- Imagina lá, que eu estava a cantar num bar a semana passada e um produtor gostou da minha voz… Assinei um contrato para fazer shows em Paris. A propósito, precisas de alguma coisa de lá?


- Sim, - disse a formiga – se te encontrares lá com um tal de La Fontaine,...
...MANDA-O F*DER, E DIZ QUE VAIS DA MINHA PARTE.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Megadescoberta


Científicos do Porto escavaram 50 metros debaixo da cidade invicta e descobriram pequenos pedaços de cobre. Depois de estudar esses pedaços de cobre, chegaram à conclusão que os antigos portistas, há 2500 anos, já tinham uma rede de telefones.

Como é lógico, os lisboetas, não querendo ficar atrás, pediram aos seus próprios científicos que escavassem Lisboa, mais fundo. A 100 metros, encontraram pequenos pedaços de cristal que, segundo eles, faziam parte do sistema de fibra óptica que os antigos alfacinhas já tinham há 3500 anos.

Científicos alentejanos, após lerem os 2 anteriores estudos, escavaram 150 metros por baixo da Universidade de Évora e… não encontraram nada! Escavaram mais 20 metros e… nada! Então, escavaram 250 metros, no total, e… nada!!!
Concluíram pois, com toda a lógica, que os antigos alentejanos, há mais de 5000 anos, já tinham telemóvel.

sábado, 26 de janeiro de 2008

O Koala e o Réptil

(baseado em factos nada reais)



Um koala estava sentado numa árvore, a fumar um charro...





Uma lagartixa que passava, olhou para cima e disse:
- Hei, koala...'tá tudo bem? O que estás a fazer?

O koala disse:
- Curtindo uma broca. Sobe, pá…
A lagartixa subiu a árvore e sentou-se ao lado do koala, curtindo alguns charros. Após algum tempo, a lagartixa disse:
- Porra, koala, tenho a boca sêca, vou beber água ao rio.... A lagartixa, desorientada com o fumo, inclinou-se muito e caiu directamente no rio.
Um jacaré, quando a viu cair, nadou até ela, ajudando-a a subir para a margem. Depois, perguntou:
- Então, lagartixa? O que aconteceu? A lagartixa explicou que ela estava a curtir umas brocas com o koala numa árvore, ficou marada e caiu ao rio. O jacaré disse que ia confirmar esta história e, entrando da floresta, encontrou o koala sentado num galho, ganzado de todo.
O jacaré olhou para cima e disse:
- Ei! Ó tu aí em cima!




O koala olhou para baixo e disse:


- PUTA QUE PARIU, lagartixa!... Quanta água é que tu bebeste?!!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

A propósito das meias-noites...

Um camionista está a conduzir à noite, pela estrada fora, morrendo de vontade de encontrar uma mulher.
Ao passar por uma plantação de abóboras, ele pensa consigo mesmo:
- Uma abóbora é macia, é húmida por dentro... Hmmmmm...
Sem ver ninguém por perto, ele pára o camião, escolhe a abóbora mais bonita, corta um buraco do tamanho apropriado e começa a divertir-se com ela. Fica tão empolgado, que nem se apercebe da chegada de uma viatura da polícia.
- Desculpe-me, caro senhor! - Interrompe o polícia. - Posso saber o que é que o meu amigo faz nesses modos, atracado a uma abóbora?
O camionista olha assustado para o polícia e exclama, exaltado:
- Uma abóbora? Foda-se, c’um caralho! Ó Cinderela, já é meia-noite?

sábado, 22 de dezembro de 2007

A Família Roberto


Já era hábito Sr. Lucrécio verbalizar os seus, já raros, orgasmos “Brigitte Bardot! Aaiiiii Brigitte Bardot!!!”. Era um fetiche, o que é que querem?
Depois de quarenta e tal anos de casados já nem a D. Efigénia se importava. Até lhe “convinha”, de alguma forma, que o marido se entusiasmasse com alguma coisa, dado o seu exuberante porte.
Certo dia pensou “Vou mandar tatuar dois B’s, aqui mesmo na retaguarda, para ver se se entusiasma mais.” Se assim o pensou, mais rápido o fez.
E zás! Dois vistosos e rosados B’s, mesmo ao lado das agarradeiras.
E lá estavam, o Sr. Lucrécio e a D. Efigénia, os dois, ele, mortinho por clamar o seu ídolo cinematográfico, e ela, mortinha por surpreender o seu mais-que-tudo com um ousado presente, preparando-se para a loucura mensal.
E surpreendeu, de facto.
Foi em pleno I acto que o Sr. Lucrécio exclamou soletrando “B-o-b. Bob?! Mas quem é o Bob. Ó Efigénia, mas quem é o Bob, c*ralho???”

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

ADSE


A D.Eufrásia era uma senhora reformada, de boas criações e costumes prudentes, como apanágio de boas famílias. Estava desposada, em primeiras (e únicas) núpcias pelo Sr. Aristides, oriundo da província, de bons princípios, mas costumes agrestes e algo despropositados para essa combinação que, na altura, foi vista com algum desagrado. Um matrimónio de décadas.
Como se não bastasse o desconforto de ter de mudar de hábitos e lugares, certo dia, dirigiu-se, na companhia do seu “apêndice matrimonial”, ao novo consultório do seu novo médico de ginecologia. Consulta de rotina.
Quando chegou à sua vez, a senhora entrou e o cavalheiro ficou a aguardar, na sala de espera, folheando rosadas revistas, daquelas que tratam das importantes episódicas querelas travadas em horário nobre da TV.
Em plena consulta, deparando-se com uma nova paciente, e para reunir todo o conhecimento considerado imprescindível, o jovem médico perscruta, de forma polida, o seu historial clínico.
Depois de várias perguntas e respostas a desinformada senhora viu-se confrontada com a pergunta “A D.Eufrásia costuma ter orgasmos?”. Esta interpelação deu origem a um silêncio de dúvida, ao que a senhora retorquiu “Espere só um pouco que vou perguntar ao meu marido. Não demoro.”
A sala de espera abarrotava de maleitas e de mais alguns “apêndices” cansados das revistas e já nos braços de Orfeu.
De um lado ao outro da sala, e porque não havia tempo a perder que o Sr. Doutor não podia esperar, arremessou a pergunta ao seu mais-que-tudo “Ó Aristides, eu costumo ter orgasmos?”. Ele, caindo dos braços de quem o embalava, mas querendo para lá voltar, respondeu, do alto da sua doutrina “Esta mulher é parva, tens lá agora isso, tu tens é a ADSE…!".

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O Presépio



Uma normal família comia tranquila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:
- Tenho uma má notícia... já não sou mais virgem! Sou uma vaca!
E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.
Silêncio sepulcral na mesa. De repente, começam as acusações mútuas:
- Isto é por tu seres como és! – reage o marido dirigindo-se à mulher - Por te vestires como uma puta barata e te arreganhares para o primeiro imbecil que entra aqui em casa.
Claro que isto tinha que acontecer, com este exemplo que a menina vê todo dia, a toda a hora!

- E tu - apontando para a outra filha de 25 anos – que te ficas agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de larilas. Tudo na frente da menina!
A mãe, não aguentando mais o chorrilho de acusações e espumando, responde:
- E quem é o anormal que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Pensas que eu e as meninas somos cegas? E além disso, que exemplo podes tu dar se, desde que assinaste essa maldita TV por cabo, passas todos os fins-de-semana frente à televisão, vendo pornografia de quinta categoria e, como se isso não bastasse, acabas a sessão em punhetas, com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?!
Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz tremula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:
- Como foi que isso aconteceu, minha filha, explica lá à mãe?
E, entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha...

sábado, 17 de novembro de 2007

Dar o nó é fodido!!!


O Zé Tó é um homem de todas as mulheres e de mulher nenhuma.
Um dia, depois de um valente orgasmo, olhou bem fundo nos olhos da Conceição e emocionado perguntou:
- Queres dar o nó?
Ela, com os olhos molhados e um sorriso parvo, acenou feliz que sim.
Então o Zé Tó tirou o preservativo usado e passou-o para a mão da Conceição...