Isto é que é mesmo fodido.
Agaaarró!!!
tu estás livre e eu estou livre e há uma noite para passar porque não vamos unidos porque não vamos ficar na aventura dos sentidos tu estás só e eu mais só estou que tu tens o meu olhar tens a minha mão aberta à espera de se fechar nessa tua mão deserta vem que o amor não é o tempo nem é o tempo que o faz vem que o amor é o momento em que eu me dou em que te dás tu que buscas companhia e eu que busco quem quiser ser o fim desta energia ser um corpo de prazer ser o fim de mais um dia tu continuas à espera do melhor que já não vem e a esperança foi encontrada antes de ti por alguém e eu sou melhor que nada

Nunca tinha tido umas férias como as deste ano. Nunca.
Há já alguns dias que ando preguiçosa. Busco as razões para tal fenómeno, mas, por preguiça, afasto-me de pensamentos mais elaborados e continuo a fluir na maravilhosa tentação preguiçal. Assim tem sido.
Tenho amigos. Fico muito feliz por isso.
Quando há alguém que parte é sempre duro, é sempre triste. Velho ou novo, doente ou mesmo com saúde, por uma outra infelicidade qualquer, é sempre triste, é sempre duro. Até pode ser que nunca tivéssemos conhecido pessoalmente aquela que partiu, que não fosse do nosso círculo de amizades, até mesmo só de ouvirmos falar e de acompanharmos de alguma forma a sua vida, relatada por uma ou outra pessoa que nos é mais chegada, mesmo sua amiga.
Há uma merda que me anda a chatear (chatear que é como quem diz) a cabeça já há algum tempo. Não me faz muita mossa, mas é uma questão que gostaria de ver resolvida. Não que a sua resolução traga alguns benefícios de grande relevo ao curso normal das nossas vidinhas, mas acaba por, de alguma forma, nos deixar uma decisão algo pantanosa no momento de escolher e utilizar, no âmbito desta nossa língua riquíssima (expressão que também poderá dar pano para mangas) o género para um género alimentar (cá está, género): tomate.
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