sábado, 16 de fevereiro de 2008

Agora, que já passou!...

Para que não fira os mais sensíveis e agora que já passou, o que eu penso muito sinceramente do Dia de São Valentim!
Começando muito leve, acho que o Dia de São Valentim, dia 14 de Fevereiro, é um dia como todos os outros.
Se se comemora qualquer coisa? É verdade, comemora, principalmente para as pessoas que celebram esse dia por qualquer evento especial. Para os outros todos é o Dia de São Valentim, o Dia dos Namorados.
Para já o título Dia dos Namorados está errado! Deveria ser mudado! Esta celebração deveria ser chamada de Noite dos Namorados, que é esse o verdadeiro objectivo. Seja por casais a iniciar ou numa outra fase qualquer desse namoro. É ter uma “desculpa” para começar a chegar tarde a casa ou para outro tipo de “ilícitos”.
“- Oh pá, deixa lá a miúda, então não vês que hoje é o Dia dos Namorados e ela foi jantar com o tal rapazito e depois foram ao cinema. Blá, blá, blá…”. Diz o pai para descansar a mãe, depois de um turbilhão de inquietantes atrocidades cometidas à menina, enquanto folheava “descansadamente” o jornal.
O Dia dos Namorados é isto! É a Noite dos Namorados!
Não tem de passar por embarcar em comercializações desnorteadas e sem sentido.
Mas que coisa linda, uma almofada, em forma de coração, a dizer “I LOVE YOU”. Não é querido? Ui, até dói…
É incrível como de uma maneira geral tudo muda. Somos assaltados por toda a espécie de artigos simplesmente ridículos e idiotas para oferecer ao seu mais-que-tudo, nesta altura
Um descascador de batatas em forma de coração, sempre, azul para os meninos e cor-de-rosa para as meninas e que, quando a batata está bem descascada, emite o som de um orgasmo com o nome do outro. Eheh, que coisa parva!
Almofadas várias em forma de coração ou não, em todas as cores, a dizer “ai lâv’iu” em todas as línguas civilizadas, até na nossa.
Porta-chaves, isqueiros, t-shirts, latas de bombons, relógios temáticos, cuecas, jantares todos rócócós e hotéis lélés, com direito a passadeira vermelha, violinos e champagne (a parte da lingerie e da fruta no quarto pode ficar, pode a malta estar mais inspirada).
As floristas a abarrotar de totós a comprar um arranjo ou uma porra qualquer que tenha umas ervas lá no meio.
As perfumarias atascadas de malta à procura de satisfazer o olfacto do parceiro. “Então posso ajudá-la? Tem uma ideia do que procura? É para o seu namorado?” pergunta o empregado da perfumaria “É sim. Obrigado, mas estou ainda a ver.” Respondem elas. Não fazem ideia do que procuram. Vão impingir um “aroma” qualquer ao desgraçado que lhe cai a matar e depois admiram-se quando perguntam num jantar qualquer “Então já não usas o perfume que te ofereci n’O Dia dos Namorados?”, o gajo responde “Acabou…” ou “É só para variar…”, quando lhe apetece responder “Perfume? Chamas àquilo perfume? Pensava que fosse uma porra qualquer para a dar cheiro à casa.”
Por muitas voltas que possam dar, tudo isto vai dar ao mesmo, por “obrigação” ou não: mostrar à cara-metade os nossos afectos.
Será que é por se gastar mais dinheiro que se demonstra mais? Ou que se têm mais afectos? Será?
Então havia por aí muita malta, na qual me incluo, que não estava a ser honesta, ou então, estávamos fodidos.
Se assim for, nem pensem sequer em rabiscar uma frase sentida, num papel de rascunho qualquer e aparecer com uns pastéis de nata, ao serão. Nem que o façam com frequência, nem todos os dias.
Se assim for, é chato um gajo vai ter de embarcar nessas bichanices todas. Isso sim, pode ser uma coisa fodida! Temos sempre a esperança que não.
Se não olha: “Ai meu amorzinho, preferes sentar-te antes naquela mesa cor-de-rosa, é mais romântico”. E outras bichanices afim.
Daaaaasse.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

A Matilha do Castelo

- A cadela da vizinhança,
Ai, a cadela da vizinhança,
Deu-nos um par de cabaços,
Oh és tão lindaaaaa...
Deu-nos um par de caba...a...aços, auu, au, auuuu!
_
-Por causa do Zé da Pêra,
Ai, por causa do Zé da Pêra,
Já não estar pr'a mais cansaços,
Oh és tão lindaaaaaaaaaaaa...
Já não estar p'ra mais cansa...a...aços, auu, au, auuuuu!

Soutien - 100 anos, 100 fotos

As mamas das mulheres são como as consolas de jogos...
... são feitas para as crianças, mas são sempre os pais que brincam com elas!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

São Valentim

Sugestão para o Dia de São Valentim.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A Cigarra e a Formiga (fábula distinta)

Era uma vez uma formiga e uma cigarra que eram muito amigas. Durante todo o Outono a formiga trabalhou sem parar, armazenando comida para o Inverno.

Não aproveitou o sol, a brisa suave do fim da tarde, nem duma conversa com os amigos a tomar uma cervejinha depois do dia de trabalho.
Enquanto isso, a cigarra só andava a cantar com os amigos nos bares da cidade, não desperdiçou nem um minuto sequer, cantou durante todo o Outono, dançou, aproveitou o sol, desfrutou muito sem se preocupar com o mau tempo que estava para vir.

Passados uns dias começou o frio, a formiguita, exausta de tanto trabalhar meteu-se na sua pobre guarida cheia de comida até ao tecto.

Mas, alguém a chamou da rua e assim que abriu a porta teve uma surpresa quando viu a sua amiga cigarra num Ferrari e com um valioso casaco de peles.

A cigarra disse-lhe:
- Olá amiga! Vou passar o Inverno a Paris. Podes cuidar da minha casita?
A formiga respondeu:
- Claro! Sem problemas. Mas o que aconteceu? Onde conseguiste o dinheiro para ir a Paris, comprar esse Ferrari e esse casaco tão bonito e caro?
E a cigarra respondeu:
- Imagina lá, que eu estava a cantar num bar a semana passada e um produtor gostou da minha voz… Assinei um contrato para fazer shows em Paris. A propósito, precisas de alguma coisa de lá?


- Sim, - disse a formiga – se te encontrares lá com um tal de La Fontaine,...
...MANDA-O F*DER, E DIZ QUE VAIS DA MINHA PARTE.

O "Deserto"

Destes dias mais profanos, tiram-se alguns.
Põe-se o pé onde já se esteve, noutras ocasiões, mas desta com mais sossego e deleite. Os lugares de sempre, iguais a sempre, parecem agora diferentes, são agora mais prazenteiros. A companhia proporciona-nos estas e outras vontades.
Não há horas que segurem uma aventura. Não há tempo que desafine este dueto.
- E amanhã?
- Amanhã, se chover, depois do pequeno-almoço, o tálamo espera-nos, se não chover, logo se vê.
- Devia chover!...
- Pois devia...

Não choveu, não fez mal, depois de uma visita a Baco, inundámos as vontades com cheiros e calores. Saciámos, por instantes, os apetites.
Perfeito.
Por estas terras de pão e gentes de paz, por estas terras do grande lago, por este “deserto” assim vomitado por ninguém, fugimos à loucura profana da metrópole e santificaram-se como nunca, os dias que infelizmente voaram.
A próxima? Pois, a próxima não se sabe bem ao certo, mas parece que voa nas asas de uma mariposa feita senhora.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Flor(i)bella Espanca













Uma menina pobrezinha e muito boazinha



Pois é...
Raras são as vezes em que temos oportunidade de assistir a tal metamorfose...
Acredito que ande por aí muito boa gente a espancá-lo à saúde desta nova Flor(i)bella, ou, como se diz naquele arquipélago pejado de bifes, a tratar de 'Speed up the peach tree'...
Agora, só uma coisa me preocupa... e como é que ficam as criancinhas no meio disto tudo!?? É preocupante pensar nos traumas que estes pobres infantes podem estar prestes a sofrer...











Uma menina riquinha e muitíssimo boazona

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Não precisam agradecer

Vamos lá ver essa pontaria neste Mapa Cor-de-Rosa.

A Família Roberto

Wagner Roberto (artista)

Assim, o Natal é uma merda!...

Se por acaso o "velhote" não respondeu aos teus pedidos, isso foi ... impulso.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Megadescoberta


Científicos do Porto escavaram 50 metros debaixo da cidade invicta e descobriram pequenos pedaços de cobre. Depois de estudar esses pedaços de cobre, chegaram à conclusão que os antigos portistas, há 2500 anos, já tinham uma rede de telefones.

Como é lógico, os lisboetas, não querendo ficar atrás, pediram aos seus próprios científicos que escavassem Lisboa, mais fundo. A 100 metros, encontraram pequenos pedaços de cristal que, segundo eles, faziam parte do sistema de fibra óptica que os antigos alfacinhas já tinham há 3500 anos.

Científicos alentejanos, após lerem os 2 anteriores estudos, escavaram 150 metros por baixo da Universidade de Évora e… não encontraram nada! Escavaram mais 20 metros e… nada! Então, escavaram 250 metros, no total, e… nada!!!
Concluíram pois, com toda a lógica, que os antigos alentejanos, há mais de 5000 anos, já tinham telemóvel.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

"perigo"

domingo, 3 de fevereiro de 2008

A Quintinha do Roberto

O Adónis foi à praia, foi à procura de pretendente.

- Abre os olhos mula, que o Alentejo é lindo! - zurra ele, com as ventas cheias de esterco e revirando a beiçola, enquanto percorre os extensos areais da moirama.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Bijadela

- Ouve lá meu, esta bijadela é como se fosse um Tratado de Tordesilhas. Ouviste?!!!
- Atão pá, andas a dormir destapado ou 'tá-te a cair o pêlo aí na coleira? ´Tás constipado?
- Bem, tu entendeste bem. Se a garina ali da vizinhança passar para este lado do poste, afinfo-lho eu. Se fôr pr'aí, fica p'ra ti. Combinado?
- Ok, combinado!

Chover a cântaros

Certa noite, rodeado da habitual e hilária tertúlia, pelo meio de um cigarro e de um copo, a remate de um real repasto, surgiu uma questão que não nos deixou alternativa senão adiarmos a resolução de mais alguns problemas, que apoquentam este nosso mundo em que vivemos, e que carregamos com a devida responsabilidade: “Será cântaro ou enfusa?”.
Nem mesmo com os sempre necessários regionalismos à mistura conseguimos resolver esta contenda.
Depois de um indispensável período de dura reflexão e de incansável consulta, nos mais rebuscados compêndios, cheguei à conclusão que há diferenças. Há sim senhor!
Senão vejamos:


Cântaro – vasilha grande e bojuda para líquidos; medida equivalente a meio almude. O cântaro com abano é também um instrumento musical popular em algumas regiões de Portugal. É um instrumento em que o executante bate com o abano na bilha e produz um som grave, como que substituindo o som e a função do bombo, marcando o ritmo da música, logo, e de acordo com o comportamento das ondas sonoras em função do espaço onde se expandem, tem de ser um “instrumento” de grandes dimensões. Curiosamente, alguns grupos folclóricos portugueses de Peniche, da Nazaré, do Bombarral, da Guarda, etc., usam o cântaro com abano - “grande quarta de barro” - sem buraco lateral. É tocado com um abanador na abertura, produzindo um som grave que reforça o acompanhamento rítmico.

Enfusa – quarta pequena ou bilha de barro, vaso onde se deita água. Dentro dos instrumentos característicos do Alto e Baixo Alentejo destaca-se “ronca”, feita com uma enfusa cuja boca é tapada com pele por onde passa uma vara. Era utilizada especialmente na época natalícia pelos rapazes que percorriam as ruas tocando a ronca, desaparecendo pouco depois da meia-noite.

Pronto, está desfeito o imbróglio. Penso eu. Acalento eu.
Se assim não fosse, imaginem lá agora todas aquelas pessoas que, com uma tradição secular, vêm perpetuando todos esses rituais da música folclórica portuguesa.
“Olha c’um camandro, então não temos andado enganados estes anos todos?! A gente tem andado é a tocar uma enfusa, cuaralho!...” diziam os da Guarda.
E os do Alentejo “Atão, mas nã éi qu’esses cabrões nos têm andado a enganari?! Ata, mas esta porra agora chamassi cântaro?! A modos de quêi? Ai a porra!...”
E nem podemos/devemos falar muito mais disto. É perigoso. É muito perigoso. Shiiiiiu….sshhh……shhhhhhhh…………
Se isto chega às auriculas dos nossos “amigos” da ASAE, f*dem logo essas tradições. É logo!
Começam logo a implicar porque os cântaros e as enfusas devem ser confiscadas e destruídas por não oferecerem condições de salubridade para conter água potável; que os tocadores de cântaro e abano devem usar protecções para os ouvidos e olhos, não vá o cântaro perigosamente estilhaçar-se e provocar-lhe uma morte agonizante e para proteger os ouvidos das frequências mais graves; que os rapazes já não podem tocar as enfusas, segundo a tradição natalícia, porque podem partir a vasilha e cortarem-se nos cacos e nem as varas podem ser de vara, tem de ser tudo de plástico.
E vinha logo aí mais outro Acordo Ortográfico e perdíamos logo mais um colhão de palavras para os manos do samba e das novelas. E ainda seriam impostas expressões diferenciadas como “Chover a cântaros” (se chove muito) e “Chover a enfusas” (se chove pouco), de acordo com o índice de pluviosidade.
Por isso chamem-lhe o que quiserem, mas não façam nenhum chavascal, porque tantas vezes vai a cantarinha (outra definição???) à fonte, que deixa lá a asa.

sábado, 26 de janeiro de 2008

O Koala e o Réptil

(baseado em factos nada reais)



Um koala estava sentado numa árvore, a fumar um charro...





Uma lagartixa que passava, olhou para cima e disse:
- Hei, koala...'tá tudo bem? O que estás a fazer?

O koala disse:
- Curtindo uma broca. Sobe, pá…
A lagartixa subiu a árvore e sentou-se ao lado do koala, curtindo alguns charros. Após algum tempo, a lagartixa disse:
- Porra, koala, tenho a boca sêca, vou beber água ao rio.... A lagartixa, desorientada com o fumo, inclinou-se muito e caiu directamente no rio.
Um jacaré, quando a viu cair, nadou até ela, ajudando-a a subir para a margem. Depois, perguntou:
- Então, lagartixa? O que aconteceu? A lagartixa explicou que ela estava a curtir umas brocas com o koala numa árvore, ficou marada e caiu ao rio. O jacaré disse que ia confirmar esta história e, entrando da floresta, encontrou o koala sentado num galho, ganzado de todo.
O jacaré olhou para cima e disse:
- Ei! Ó tu aí em cima!




O koala olhou para baixo e disse:


- PUTA QUE PARIU, lagartixa!... Quanta água é que tu bebeste?!!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Isto é que é mesmo f*****!!

http://www.youtube.com/watch?v=TfrRNmMtjsI

Cavalos Cantantes


Entrada directa para o Top Ten do Quintinha On The Rocks GT Turbo Diesel Com Lubrificante e Reservatório Festival Show: os bestiais "Cavalos Cantantes".

Caça Políticos

Farto de políticos? Ok, então tentem não acertar na Madre Teresa de Calcutá, e baganha nos bichos.

domingo, 20 de janeiro de 2008

A triste rapidez do la(s)zer

A um qualquer Domingo, nestes in(f)vernais Domingos, encontramos, num recanto qualquer do lar, um verdadeiro momento la(s)zer.
Acorda-se com vontade de comer e come-se. "Êxigências" auditivas, alimentares e outras.
Já na vertical, tem lugar uma longa conversa, resgatada da noite anterior, fundeados por aquele que "comeu a minhoca e cagou no anzol", um interessante desinteresse pelo Martim Vilão... Seguem-se as bolinhas - eheh - e, a par de outra conversa, um cigarro.
Atiçando cada vez mais o ambiente venusiano, uma consulta no SNS e engole-se qualquer coisa de plástico, reinventada no momento.
Ao longo da noite apercebemo-nos da triste rapidez do la(s)zer, conversa-se muito e, depois de uma infusão marroquina, guarnecida ou não, para e para um final de barriga-cheia, uma consulta no privado, interessantemente (desinteressados pela luz de uma glicerina qualquer) inspirados no bandear do músculo.
Zzzzzzzz.
06:45:00 AM 2ª Feira!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Pio

Aqui onde canto e ardo
entre papoilas e cardo.
Sete palmos de charneca
são o tamanho de um home
medido em anos de fome,
pesado em anos de seca,
esquecido que teve nome
e que, sendo a morte certa,
vida desta não é d'home,
vida desta não é d'home,
passarinho da charneca.

Passarinho da charneca
entrou na gaiola aberta.
Já tem os olhos cegados
para que cante melhor
que o dono não é cantor.
Traz nos colmilhos cerrados
vontades de mandador
e porque é dos mal-mandados
julga assim mandar melhor
nos que lhe estão sujeitados,
passarinho da charneca.

Criei o corpo comendo
desta terra da charneca
ao entrar na cova aberta.
Só estou pagando o que devo,
eu sou devedor à terra.
A terra me está devendo,
a terra me está devendo.
A terra paga-me em vida,
Eu pago à terra em morrendo,
eu pago à terra em morrendo,
passarinho da charneca.

(Passarinho da charneca - tradicional alentejana)

domingo, 13 de janeiro de 2008

A Matilha do Castelo

Entre uma Milu e outra, lá vai um(a) pato(a), para desenjoar.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Encostos de cabeça. É do melhor!...

Os mil folhas e os serviços de Internet

- Pai, dá-me vinte paus p'rós cromos...
- Vinte? Nem quinze, quanto mais dez.Toma lá cinco e dá vinte e cinco tostões ao teu irmão.

...é p'ra sandes.

- Diga, minha senhora, em que posso ajudá-la?
- Queria pão, se faz favor.
- E que quantidade?
- Queria 100 gramas, mas fininho, se não se importa...é para sandes.

sábado, 12 de janeiro de 2008

A Família Roberto

Roberto Bomtempo (actor brasileiro)

Vai fumar p'rá varanda, vai

Obra da ASAE.

É para obrigar os "espertos" a fumar a, pelo menos, 30 metros do local de trabalho.

A Quintinha do Roberto

Zé Zeferino, o morcego.
O Zé Zeferino é chauffeur - chófer - de camionetas. Conduz camionetas da carreira ali na zona de Almada, numa empresa de transportes e faz o turno da noite.
Certa noite, no exemplar desempenho da sua profissão, inicia a sua rota com meia dúzia de garimbas, ainda com os sintomas de mais uma noite de copos e amassos nas Docas, que se montaram em Cacilhas.
Ciente das suas funções, anuncia:
- Cacilhas...feito!
Mais à frente:
- Cova da Piedade...feito!
E passado um pouco:
- Cruz-de-Pau...feito!!!

Olé!...

A Fafá de Belém tem uns belos atributos, tem sim senhor. E é brasileira.
O que faria se fosse espanhola?
Quem diz a Fafá, diz outra "Fafá" qualquer.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

T2

Aqui está uma bela tipologia: T2.
Confortavelmente instalado, este felídeo até se pode estar questionando acerca das suas eventuais beneméritas acções praticadas, para que tenha sido ele a "vítima" seleccionada; ou então pode mesmo estar com curiosidade em saber como será a distribuição das restantes divisões.
Lembram-se certamente da canção "Quero um t2...".
Enfim, quem não tem cão, caça com gato (branco, preto, malhado ou com umas melas aqui e ali), quem já não quer o gato, caça outro animal qualquer. É conveniente certificarem-se primeiro se o lugar não está já reservado, porque "debaixo de uma pedra pode sair um lagarto", ou outro aracnídeo qualquer.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Fosga-se, mas que prisão. Mais vale "leves, livres e soltas".

Lindor

Lindor?!A Lindt associou-se à Lindor?! Uma marca de chocolates associou-se, ou lá o que é, a uma marca de fraldas para adultos incontinentes?! P'ra quê??? O que é que eles nos estão a vender, que nós não sabemos???

domingo, 6 de janeiro de 2008

Fodido, fodido?!...


José: É UMA MENINA!!!...
Belchior: Eu não te disse?! Havia sempre a hipótese, devíamos ter passado por uma loja de chineses e trazer qualquer coisa para menina, para o caso. E agora o que é que vamos dizer ao Heródes?
Gaspar: Cala-te pá, atão não vês que não dava tempo, com os limites de velocidade que há por aí e com os copos que emborcámos, caçavam-nos logo a carta; além disso, os camelos não têm inspecção tivemos que vir por atalhos e caminhos, só chegávamos cá no Verão e o Natal no Verão não tinha a mesma "saída"!...
Baltazar: Além disso, não tinha valido a pena, a ASAE já fechou a maioria delas, acho que não teríamos encontrado nenhuma aberta. E foi um pau termos conseguido cá chegar, com essa estrela meia manhosa que lá compraste, que uma vez vem em máximos, outra vez apagada...

sábado, 5 de janeiro de 2008

É proibido fumar nas rotundas...


Foram hoje multadas vinte prostitutas numa rotunda em Moscavide, foram fechados cinco bordéis em Póvoa de Varzim, foram severamente admoestados trinta indivíduos de sexo indefinido no Parque Eduardo Sétimo em Lisboa,...

Os homens da ASAE, ciosos do cumprimento da Lei, lançaram mãos à obra e abriram a época de caça ao fumador.

Desta forma, e como não é permitido fumar no local de trabalho.....

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Ele há anúncios fodidos!...

- Maria, estás pronta?
- Sim.
- Luísa?
- Pronta, pai.
- Pedro?
- Pronto, pai.
- Jarbas? Jarbas?
- Sim, milord.
- RIPA-MOS!!! AHAHAHAHAH!!!!

Isto sim, é excentricidade!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

A Idade da Loba

... E o tempo passou...
Olhamo-nos ao espelho e vemo-nos na famosa idade, aquela, a da loba.
Até aqui, nada de novo. Primeiro estranha-se, depois entranha-se, como tudo na vida, diga-se a bem da verdade.
Numa bela noite, porém, tudo muda. Estranhamos, estranhamos e nunca mais nos passa aquela sensação de estranhamento.
Entramos num café, aquele que nos conhece há anos e anos, aquele que nos viu crescer, e miramos os seus ocupantes com um olhar difuso e indiferente. Sentados na mesa costumeira, um grupo de antiquíssimos conhecidos fuzila-nos com a não menos antiga conversa "Fosga-se, há quanto tempo..." ou "Ora, ora, vieste à cidade?...".
Até aqui, tudo bem.
A páginas tantas, mesmo a meio caminho entre um cigarro e outro, levantamo-nos e dirigimo-nos, sempre acompanhadas por outro elemento do mesmo género, à imaculada brancura de uma requintadíssima salle du bain. E é aqui que o caso assume contornos inimaginados. Alguém nos atira "É pá, tu és comó vinho do Porto, quanto mais velha, melhor". E o mundo pára. Pára, acreditem que pára.
Contamos até dez: "1, 2, 3, ..., 10", mas não resulta. Experimentamos uma nova contagem: "1, 2, 3, ..., 10". Nada.
A amiga estranha o nosso semblante e, perplexa, revira os olhos enquanto sibila "Que cara é essa, pá? O gajo elogia-te e ficas com essa carita de quem não comeu porque, e só porque, não gosta da comida?" .
E aí sentimos a estocada derradeira.
É mesmo assim.
Andamos nós, vida fora, cultivando a paciência e um corpo absurdamente fantástico. Andamos nós lindas, livres, leves e, finalmente, soltas a exibir os nossos potenciais recursos e, eis senão quando, nos sentimos incomodadas com semelhante impropério vociferado, surdinamente, por um qualquer caramelo???!
E depois pensamos: "Mau, mau, não deveríamos estar rejubilantes com tal elogio? Que mal nos fará chegarmos ao c.c.d. de uma verdade que sabemos saltar à vista?”. E se bem pensamos, melhor encontramos a resposta. "Pronto, já está o caldo entornado." .
Entornado, sim ... entornado.
Nesta idade de lobas esfaimadas, com a segurança e a auto-estima firmemente instaladas na nossa quotidiana rotina, estamos à espera de tudo. De tudo, menos desta incontornável certeza: Andamos mais pacientes, sem dúvida; andamos lindas, obviamente; andamos livres, claro sempre o fomos; leves, basta olhar para a balança; finalmente soltas, ….
Soltas!… Soltas?... Soltas???...
"Pronto, já está o caldo entornado."
Entornado, sim ... entornado.

A Natureza

A Natureza é bonita, é justa, é nossa amiga.
Nem sempre. Sim, nem sempre.
Por mais cálculos que se façam, por mais amanhada e despachada que uma pessoa seja, por mais que a tentemos ignorar com artefactos e vontades, nem sempre a Natureza está do nosso lado. Mas enfim, o que é que se pode fazer? Nada. A Natureza é assim mesmo. Temos de nos conformar e pronto. E muito bem.
“Ah e tal, vou dar-vos mais uns diazitos, mas depois já sabem…” diria a Natureza, do alto do seu impreterível fado, mas não, implacável, não há pão para malucos.
Se a situação fosse outra, até se tinha resolvido bem a coisa com umas folhas de lixa, como é prática habitual, ignorando lascivamente os seus desígnios monocromáticos.
Enfim, enquanto esperavam que o filho de Erebo e da Noite desse com eles, lá se entreteram em “exigências e promessas”, até então bloqueadas pelas circunstâncias, daquelas verdadeiras e sentidas, daquelas de bandear o músculo.
Para o ano sim, a Natureza vai ser amiga, mas para o ano vai ser diferente. Bom na mesma, mas diferente.
Daqui a três décadas (quase) existem fortes probabilidades para que a “gracinha” não se repita, de acordo com a Natureza. Até lá, quaisquer meia-dúzia de folhas de lixa resolvem facilmente a situação.
Sem espinhas.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Nem só de marmelos vive o homem.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

A propósito das meias-noites...

Um camionista está a conduzir à noite, pela estrada fora, morrendo de vontade de encontrar uma mulher.
Ao passar por uma plantação de abóboras, ele pensa consigo mesmo:
- Uma abóbora é macia, é húmida por dentro... Hmmmmm...
Sem ver ninguém por perto, ele pára o camião, escolhe a abóbora mais bonita, corta um buraco do tamanho apropriado e começa a divertir-se com ela. Fica tão empolgado, que nem se apercebe da chegada de uma viatura da polícia.
- Desculpe-me, caro senhor! - Interrompe o polícia. - Posso saber o que é que o meu amigo faz nesses modos, atracado a uma abóbora?
O camionista olha assustado para o polícia e exclama, exaltado:
- Uma abóbora? Foda-se, c’um caralho! Ó Cinderela, já é meia-noite?

Isto pode ser fodido!

"...móóss, é só p'ró case dos camones nã perceberem, móóss!..."
O caralho! É por causa de tótós como estes, com ideias "avançadas" como estas e com a mania da modernice, que a ASAE continua a fechar alguns "fóruns" de prazer tradicional.
Ponham-se com ideias de merda, ponham, e depois não se venham queixar "...estes gajos sã fodidos, móóss!!!".

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Conversa do Dia







A diferença entre o homem e a mulher é pequena, mas aumenta quando ela se aproxima!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Dlim, dlão


sábado, 29 de dezembro de 2007

Outros “mundos”: Centro do Universo

Isto, hoje a noite está calma.
Estão a criar-se as condições ideias para uma tertúlia de cartas e deleites mais etéreos e calmos, ao som de histórias e estórias relembradas com o sotaque do vagar.
Rimas, ditos, canalhices, más-linguas, episódios, lérias e tudo aquilo que possa ser dito e molhado com um copo disto ou daquilo, “Dá aí uma bage.”.
Vão-se arrimando à barra “Chico, dá aí um café.” Entre o café e o cigarro, e umas palavras trocadas com a malta do costume, combina-se o que se vai fazer ao serão.
Recordam-se coisas engraçadas.

No tempo dos nossos avós
Ainda os homens eram barbáros,
Subiam às arvóres,
Para comer os passáros.

"- Aaaaaaiiii, abarbáááta-mos!
- Mai’nada!
- ‘Tá aí grande antibiótico!...
- A que horas t’alevantas? Às sete, pr’ás quatro."

São as observações habituais da assistência, umas já conhecidas, outras novas que ficam para as próximas.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

domingo, 23 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

A verdadeira Call girl.

Este ano, é capaz de não haver Natal, digo eu

Estava eu aqui sugestivamente rodeado por uns valentes centímetros de um par de apetitosas e bem calibradas pernas, enquanto conversava com o Roberto, quando me ocorreu “- Foda-se, com estas merdas todas, este ano já são capaz de ter fodido o Natal à malta!”
Ao mesmo tempo ia abrindo uns mails de Natal, daqueles que agora toda a gente recebe, por esta altura, e era só desgraças.
Ele são as renas que resolvem, em plena distribuição natalícia, dar uma fuerada, são os Pais-Natais a arrear o calhau e a limpar o cú às cartas e outras vezes nas chaminés da malta, e até a entoar cânticos de Natal com a consequência gasosa de um belo “jantar de feijões”, são os Pais-Natal a martelar em Mães-Natais até criar bicho… Eu sei lá… Até há mensagens que correm de telemóvel em telemóvel:

O Pai-Natal anda louco,
Enrabou a rena, enrabou o anão
E vai enrabar-te a ti,
Que tens o telemóvel na mão.
É uma completa desgraça. O gajo ‘tá mesmo todo fodido, o que não é de estranhar de todo, porque já anda por cá há um par de anos valentes.
Por isso, meus amigos, amanhem-se sozinhos, que este ano o Natal está por um fio.
Eu cá, depois de mais uma palavra ou outra com o Roberto, vou ver o que estes “rodeios” querem dizer.

Momento de Natal

"- Je ne discute pas le principe, je dis simplement ceci: ce n'est pas le moment."

sábado, 22 de dezembro de 2007

A Família Roberto


Já era hábito Sr. Lucrécio verbalizar os seus, já raros, orgasmos “Brigitte Bardot! Aaiiiii Brigitte Bardot!!!”. Era um fetiche, o que é que querem?
Depois de quarenta e tal anos de casados já nem a D. Efigénia se importava. Até lhe “convinha”, de alguma forma, que o marido se entusiasmasse com alguma coisa, dado o seu exuberante porte.
Certo dia pensou “Vou mandar tatuar dois B’s, aqui mesmo na retaguarda, para ver se se entusiasma mais.” Se assim o pensou, mais rápido o fez.
E zás! Dois vistosos e rosados B’s, mesmo ao lado das agarradeiras.
E lá estavam, o Sr. Lucrécio e a D. Efigénia, os dois, ele, mortinho por clamar o seu ídolo cinematográfico, e ela, mortinha por surpreender o seu mais-que-tudo com um ousado presente, preparando-se para a loucura mensal.
E surpreendeu, de facto.
Foi em pleno I acto que o Sr. Lucrécio exclamou soletrando “B-o-b. Bob?! Mas quem é o Bob. Ó Efigénia, mas quem é o Bob, c*ralho???”

Conversa do Dia

Isto sim, é valioso. Até já consigo ler este cartaz sem óculos.