Mãe, há só uma!...
domingo, 4 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Folhinha de lixa

Em Abril, manif’s!
Manif’s com fartura. Como não podia deixar de ser.
Ali, na Aldeia Grande.
E como não podia deixar de ser, vermelho!
Vermelho com fartura.
Mais uma vez, a malta que organiza os calendários e os eventos, falhou. Todas as efemérides em efemérides. Este ano tem falhado, vamos lá ver nos seguintes.
Entre o vermelho, o rosa e o branco, lá se atenuaram as manif’s, quentes, numa rua de além do Tejo, mesmo com folhinha de lixa.
Ui, uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuui!
domingo, 20 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
Coleira "Porta-Cão"
Tem problemas com o seu Lulu?! O seu Lulu não lhe obedece? Compre uma coleira porta-cão e acabe com as merdas.
Com Coleiras "Porta-Cão", acabam-se as manias do c(abr)ão
(temos modelos até ao 3º ciclo e para animais selvagens)
sábado, 12 de abril de 2008
Vá lá, já não foi mau
Uma conversa entre almas:“Epá, então do que é tu morreste?
“Eu cá não tive cá com merdas, bati uma garrafa de 605 Forte. Parecia água.”
“Fosga-se! E tu?”
“Eu? Eu morri de overdose, é um veneno fodido. Não ouvi o coelhinho. Olha, fodi-me.”
“Então e tu, que estás tão curioso?”
“Ah, eu? Eu morri envenenado pela picha.”
“Fénix, pela picha?! ‘Tás a brincar, não?!”
“Não, a sério, pela picha!”
“Mas, como é que morreste envenenado pela picha?”
“Bem, foi uma vez que estava…” e a conversa continuou.
Andava por ali o moiral que mandava naquelas almas todas e, enquanto monologava com o, ouviu a conversa. E pensou:
“Eh lá, c’um camandro, vou já mandar este gajo p’ró Mucifal. Vou cagar na alface p’ró livre arbítrio e vou fazer uma experiência."
E zás, areja lá o sítio e espeta com o gajo no Mucifal.
O gajo quando lá chega, manda um estoiro num parque infantil que tinham acabado que construir, que fode aquela merda toda. A sorte é que só ia passando ali um nativo com umas garrafas da adega, no bucho.
“Eh lá, quase que falhas o baloiço. Mas ainda conseguiste dar uma dentada no ferro do escorrega. Vá lá, já não foi mau.”
“Cala-te lá pá, nem sabes o que me aconteceu... Morri envenenado, caí aqui e agora vou ter de pagar esta merda toda e estou a ver se consigo tirar os dentes de ouro, que ficaram aqui cravados. Não me arranjas uma turquês?”
“Aíííí´… ‘tás todo fodido! Tens a gaita na última!...Como é que isso te aconteceu?”
“Bem, foi uma vez que estava…” e a conversa continuou.
Sabe-se que lhe foi recomendado passar uns tempos nos Bicos e que acabou por abrir ali uma loja de artesanato.
Não está mal na vida, já pagou o parque infantil e está a pensar abrir uma loja em Peniche.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pelos caminhos de Portugal, eu vi tanta coisa linda, vi um mundo sem igual
Sim, só 50. É a obrigação de quem lá passa, cada vez que lá passa.
Há por aí quem não cumpra!...
Acima dos 50, é melhor não, acende o vermelho.
É melhor parar. Podem causar-se acidentes.
Já ele a 5 pode ser perigoso, quanto mais a 50.
A 2 é melhor. É sempre melhor.
Ou parados?!
Também se fazem bem parados.
Seja como for, façam-nos quantas vezes quiserem, nunca os façam fora dos limites.
terça-feira, 1 de abril de 2008
É uma malta bestial
... à parte de nem o Totoloto e Loto2, Euromilhões e até Totobola, tudo com Joker, não ter saído, de um oculista e de uma Mucipharm que nunca foram utilizados, de um trânsito brutal e de um parque infantil em construção, de um café à "Uma da manhã! Hei!" com os quase "Melhores Bitoques do Mundo" e de uma adega que não é de lá... uma gente bestial.terça-feira, 25 de março de 2008
Coelho Aviador (uma elegia de Páscoa)

Os seus feitos eram conhecidos na quinta onde vivia e nas quintas das redondezas; pode-se até dizer que talvez metade da “coelharia” dos arredores eram fruto da sua voraz “dedicação” à causa, era um coelho trabalhador, mais do que os outros coelhos que por ali viviam, e por isso sempre foi poupado ao breve convívio com o tacho e com o arroz e tinha por ali ficado. Agora, já com alguns anos e com a paciência a que a vida vivida o obrigava, o seu desempenho tinha vindo a decrescer, ele tinha disso consciência, e decidiu passar a pasta.
Já algum tempo que observava, com olhar analítico, um coelho mais novo, o Juvenal.
“É isso, é este mesmo. Este gajo é capaz de se fazer. Vou apostar nele e ensinar-lhe umas coisas.” Pensou o Alberto.
“Olha Juvenal, tens 3 passos principais a seguir para cada coelhinha: primeiro cumprimentas, depois pedes licença e, no final, agradeces. Olha que a educação sexual também é importante. Ouviste bem? Nunca te esqueças disto!”
Certo dia, já depois de várias aulas teóricas e algumas práticas, chegou a altura de assumir a responsabilidade de auxiliar o Mestre na árdua e urgente tarefa em perpetuar a espécie. Tinha de ser naquele dia, o relógio da Natureza não pára.
“Juvenal, anda cá! Temos aqui esta fila de coelhinhas. Eu começo de um lado e tu começas do outro. Metade para cada um. Encontramo-nos ao meio. Percebeste bem? E não te esqueças do que te ensinei!”
E lá vão eles.
“Bom-dia, como está? Dá-me licença? Ora cá vamos (…*…). Prontinho. Muito obrigado, sim?!” assim ia o Alberto, com a sua paciente delicadeza, dedicado mais à qualidade.
"oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.” Aquilo era sempre a aviar, o Juvenal era o verdadeiro Coelho Aviador.
E continuava.
“oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).desculpaAlberto.jáestá,xau.oi,’tásfixe?bora,(…*…).jáestá,xau.”
O Alberto, em vez de ter sido aposentado, foi transferido para a secção dos ovos da Páscoa, onde o risco é menor. O Juvenal também lá vai, mas só partilham o refeitório.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Atirei o pau ao gato
"Parecem cão e gato!..." Cuidado com o que dizem, muito cuidadinho mesmo.Estas expressões já nem são o que eram. Agora será mais correcto dizer "Que gosto abichanado!..."
Atirou-lho, mas como o gato não o queria, teve de lho atirar várias vezes, eheh. E como se vê, isto de matar o gato pelo cú tem muito que se lhe diga. O gato não morreu. Se lhe enfiassem uma mangueira nas nalgas e lhe dessem umas valentes "bombadas" com água... aí talvez.
"Ó D.Chica, abra a água...!" e a D.Chica, depois de abrir a água, assustou-se com o berro que o gato deu, não porque a água lhe causasse algum incómodo na "vasilha", ou por estar fria, mas por estar mais habituado ao pau.
São gostos.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Páscoa Feliz

Um broche, também conhecido na Antiguidade como fíbula ou actualmente como pin, é um acessório (ou jóia) decorativo projectada para ser presa ao vestuário.É usualmente feita de metal, frequentemente prata ou ouro, mas em alguns casos, bronze, aço ou algum outro material.
Os broches são frequentemente decorados com esmalte vítreo ou com pedras preciosas e podem ser utilizados unicamente como ornamento ou também ter uma função prática como prendedores, num manto, por exemplo.
Muitas vezes são usados a fim de se exercer publicidade e propaganda distribuídos como brindes; esses são relativamente de baixo custo devido serem fabricados de aço, ferro ou alumínio e terem apenas plástico e papel na sua face.
terça-feira, 18 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
domingo, 16 de março de 2008
Fiel ou infiel?
Feira da Páscoa
Colecção Primavera/Verão 2008
Não aconselhável a pessoas friorentas.
sábado, 15 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Premonição Aterradora!
quarta-feira, 12 de março de 2008
... e como a Primavera se avizinha, também as coisas verdes...
Madame Manteiga Avoa Avoa
terça-feira, 11 de março de 2008
domingo, 9 de março de 2008
Orgasmo feminino
O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem pouco, e os homens ainda menos.Pelo facto de ser uma reacção endócrina, que se dá sem expelir nada, não se apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu, ou de que foi simulado. Diante deste mistério as investigações continuam, pesquisas são feitas, centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto.
A acompanhar este tema, uma conhecida sexóloga, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos na qual se mediu a descarga eléctrica, no instante do orgasmo feminino.
Os resultados mostram que, na hora H, a “central” dispara uma carga de 250000 micro volts. Ou seja, 5 “passarinhas” juntas, ligadas em série na hora do "Ai meu Deus!", são suficientes para acender uma lâmpada. E uma dúzia é capaz de provocar a ignição no motor de um VW Carocha com a bateria em baixo.
Já há até mulheres a treinar para carregar a bateria do telemóvel: dizem que é só ter o orgasmo e tchan... carregar.
Portanto, é preciso ter muito cuidado porque a “dita”, afinal, pode-se transformar numa torradeira eléctrica!!!
E se der curto-circuito na hora de "virar os olhos"?
Além de vesgo, fica-se com a doença de Parkinson e com a “salsicha” assada.
Preservativo agora é pouco: tem de se mandar encamisar na Michelin. E, no momento da descarga, é recomendado usar sapatos de borracha, não os descalçar e não pisar o chão molhado.
É também aconselhável que, antes de se começar a “molhar o biscoito”, se pergunte à parceira se ela é de 110 ou de 220 volts, não vá esturricar a “alheira”!!!
Soutien - 100 anos, 100 fotos
Bem, eu até nem sou grande apreciador de champagne, mas neste caso até marchava uma garrafita de Moët Chandon, com uns morangos à mistura.A Páscoa aproxima-se. Têm programa?
Podemos muito bem aproveitar este tempo para “carregar baterias”, ficando simplesmente no aconchego do lar, sem fazer puto, ou dando uns passeios, sair do meio onde habitualmente “giramos”, para mudar de ares. Podemos até encontrar forma de conjugar as duas hipóteses que, na minha modesta opinião, é o melhor, e é o que estou a pensar fazer.
A Páscoa aproxima-se. Já têm algum programa em mente?
Aqui vos deixo uma pequena história, para relaxar, se for caso disso.
Caricata e surreal, é claro.
Era uma vez (que é assim que começam todas as histórias), dizia, era uma vez quatro amigos. Quatro não, cinco!
O nome dos quatro é irrelevante para a história, mas o quinto chamava-se Mariszéi.
Mariszéi era uma cadela, uma cadela sem marca registada, era uma “dog street”, pronto. Era pertença de dois dos quatro amigos, mas todos, de uma forma ou de outra, gostavam do bicho. De pêlo lustroso e muito desorientada, era até espantadiça.
Certa vez, combinam-se os quatro, pronto, os cinco, e fazem uma viagem, coisa pouca. Vão passear à Aldeia Grande. Fénix, à Aldeia Grande.
Por lá andaram, às voltas, metendo o nariz em tudo aquilo que se lembravam.
Num dos dias de lazer, enquanto rematavam o almoço com um café e uma Água das Pedras, estupidamente gelada, diz um deles “Epá, que merda é esta? Esta merda é grande com’os tomates. Feito de pedra e tudo. Esta merda serve p’ra quê?” e todos olharam para o imponente monumento, o Aqueduto das Águas Livres.
“É o Aqueduto das Águas Livres! Dá-nos de beber já há muito tempo. Sofreu obras várias e agora está aberto ao público, outra vez.” responde um nativo, na sua língua, magistralmente traduzido por um dos comparsas.
Ora, não demorou nada que não tivessem os cinco lá em cima, os quatro e a Mariszéi, a cadela “dog street”.
“Eh lá, esta porra é alta! Isto é que é uma paisagem. Olhem esta vista! Disto não há lá na nossa aldeia.” exclamavam, enlevados com o que viam.
Nisto, ao pousar para uma foto, com a Mariszéi ao colo e com direito a foto, fez-se notar o efeito gaseificado da água num dos viajantes, que lhe provocou um troante arroto, ao qual todos responderam com a saudação alienígena habitual, para evitar a “contra senha”.
Além de ter rachado uma porta com já não sei quantos séculos, a Mariszéi, espantadiça e vítima da onda de choque provocada pela ventosidade, atirou-se de lá de cima, lançando-se ao precipício e a uma morte certa.
Aquilo é que foi um desatino de alarido.
Eis senão quando aparece, inesperadamente, o Supercão, personagem que, até ao momento, se julgava pertencer ao imaginário infantil, e salva a Mariszéi de um fim triste e chocante.
E pronto, depois de um valente susto, um final feliz para todos.
Até para a Mariszéi, que aproveitou o tempo que os amigos se demoraram a recompor, para “agradecer” o salvamento, de uma forma mais íntima.
Bem, um dos amigos, prático em matéria de portas, comprometeu-se em reparar os danos materiais.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Queca Super!.....................................(Bock)
Um tipo levou a namorada para uma praia deserta.Desaperta-lhe o top do biquini e ela começa a refilar porque ali não dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia entrar areia por todo o lado, etc...
O rapaz disse então “Calma lá! Não há nada que não se resolva!!!” e foi ao carro buscar uma grande toalha da Super-Bock, que estendeu.
A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage novamente, dizendo que lá se iam encher de areia, que a toalha voava, que se arranhavam, nhãnhãnhã, nhãnhãnhã... e ele “Calma, calma! Com calma e boa vontade, tudo se resolve.”
E foi novamente ao carro.
Trouxe 4 latas de Super-Bock, estupidamente geladas, que colocou uma em cada canto da toalha, para esta não esvoaçar. Como ela estava sempre a implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do carro e pôr-lha à volta dos olhos.
Continuaram...
Já a rapariga estava nua, quando perguntou “Trouxeste ao menos um preservativo?”.“Pronto. Ai a puta da minha vida!...” pensou ele, mas respondeu “Pois é verdade, aqui não tenho, vou buscar ao carro”. E lá foi ele outra vez, já quase sem o “entusiasmo” inicial, pela distância a que ficava o carro.
Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer "jogging". Ao deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha, primeiro aproxima-se, começa-se a ajeitar e, como ela não se nega, não hesita e pimba, salta-lhe para o espinhaço!!!
Quando termina, decide refrescar-se com uma cervejita, estupidamente gelada. Nisto chega o rapaz com o preservativo.
“Então, está a saber-te bem, não?!” pergunta, com um olhar estupidamente bovino.
O gajo, o das "merdas no carro", apareceu a boiar numa praia, ao largo da Capital Internacional do Sexo - Péniche - sem dentes e com 4 latas de Super Bock no bucho.
A gaja, a das "arranhadelas", anda a monte.
O outro 'tá fodido, sofre de cirrose, tem a "isca" na última.
terça-feira, 4 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
Fases da Lua
Andava eu aliciado nos pensamentos que habitualmente inspiro deste universo virtual, quando li um artigo que desenvolvia um interessante tema sobre “Atitudes Indesejáveis do Sexo Oposto” e me ocorreu “Epá, mas de que atitudes indesejáveis no sexo feminino é que eu me posso “queixar”? Agora? Nenhumas! Isso é que é valioso!...”.É um tema pertinente, sem dúvida, e que pode sempre configurar uma “guerra” constante entre os envolvidos, mas em particular e muito felizmente, não padeço desse mal. Já.
Já, mesmo!
Foram “fantasmas” que já me assombraram, mas que consegui “exorcizar”, sem recurso a medidas do âmbito do paranormal.
Os hábitos de higiene e alimentação, de lazer, de organização de arrumação, de relacionamento social e familiar, etc., já não são para mim motivo de “dor de cabeça”. Felizmente.
Não me encontrando abrangido por essa larga percentagem de “guerrilheiros”, o que pretendo manter por tempo ilimitado, para sempre, decidi mesmo assim dar o meu humilde contributo à causa.
Julgo ser um processo fácil, com dois caminhos possíveis: ou se alteram as práticas, em parte ou no seu todo, ou se muda de parceiro. Pode considerar-se também uma eventual terceira hipótese, que passa pela combinação equilibrada deste dois factores.
Em tempos idos, o que me enfadava solenemente, aparte de questões mais terrenas como qualquer um dos hábitos atrás referidos, que nunca me chatearem muito, era a abstinência sexual. Isso é que a mim me fodia solenemente o sentido. Cheguei quase a transformar-me em astrónomo. Já sabia, quase de trás para a frente, as fases da lua, de tanto lhe relatar as noites que passava em branco.
"Aqui não! Olha as pessoas, deslargaaaa-mee!..." e “Ah, hoje tenho trabalho a fazer e preciso de estar concentrada.” ou “Ah e tal, estou maçada, já é tarde e preciso dormir.” ou ainda “Olha, apareceu-me o período. Mas que chatice, querido.” (“”Querido”, o caralho!...”, pensava eu) e a mais banalizada “Ai, dói-me tanto a cabeça!...” estas são as desculpas mais comuns.
Se fosse uma vez ou outra a malta até engolia, como começa por acontecer ao princípio, mas a frequência faz sempre duvidar da veracidade da coisa.
Para refutar os "recursos" mais utilizados, a dor de cabeça ou o período menstrual, já foi encontrada solução:
Aquela noite, prevendo que seria mais uma vez evitado pela esposa, o marido tomou uma decisão: foi para a casa de banho, tomou um banho demorado e, minutos depois, apareceu nu no quarto.
Ao aperceber-se do marido nu e perfumado, ela deixou cair a revista que estava a ler e disse:
- Ai, amor... Estou com uma dor de cabeça terrível!...
Nesse momento, ela olhou melhor para o marido e viu que tinha o pénis totalmente coberto de um pó branco. Surpresa, ela pergunta:
- O que é isto, amor?
Ele responde:
- Aspirina em pó, querida. Queres via oral, ou em supositório?
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Jipe, o original
Essa manifestação revelava o profundo conhecimento que os alunos de então, nos quais me incluo, albergavam e ampliavam acerca das várias matérias leccionadas, nas mais variadas áreas. Era uma aprendizagem por transmissão directa dos conhecimentos, do artista para o aprendiz, ao longo de gerações e gerações. Esse conhecimento abarcava áreas como o Desenho, pelo concreto da acção e pela arte em si, algumas vezes dava lugar a mais uns esboços acessórios, subordinados este ou a outros temas; as Ciências Naturais/Biologia, pela fidelidade e minúcia oferecida à sua elaboração; a Música, por vezes uma bela melodia assobiada enquanto se esboçava o dito, melhorava o produto final; as Ciências Físico-Químicas, pelo necessário cálculo efectuado às performances/capacidade de resposta do proprietário visado; Educação Física, em caso de erro de cálculo, desconhecimento de propriedade ou mesmo com conhecimento, a agilidade numa retirada estratégica era fundamental; até mesmo a área das Línguas, materna ou estrangeiras, no caso de se desejar inscrever uma legenda, não era de bom-tom rabiscar um erro, um mesmo argumentar uma justificação plausível; na Matemática, pela noção do número de esboços já realizados no mesmo caderno ou pelo número de folhas que, de forma descuidada, se tenham deixado imaculadas. E outras tantas, que deixarei à imaginação do leitor, como a Geologia, o Socorrismo, a Geografia, a História, etc., contemplando com toda a certeza, senão todas, a maioria das cátedras curriculares da altura, ou até pela combinação das mesmas.
É com muita tristeza que assisto diariamente, e já de algum tempo a esta parte, ao calamitoso abandono de algumas desta e doutras práticas académicas, em benefício de outras menos proveitosas, no que diz respeito ao carácter lúdico-pedagógico da coisa. E principalmente na franja masculina, dos nossos discentes de hoje.
Os alunos de hoje perdem tempo com os telemóveis, as sms’s e mms’s, com os mp3 e mp4 com a capacidade para não sei quantos gigabytes e que faz isto e aquilo, com as consolas de jogos portáteis atascadas em jogos de “tiros e bombas e socos nas trombas” onde só se ganha se se deixar um rasto de sangue e morte, com os amaricados brinquedos de malabarismo, os diabolos, com os brincos e penteados lélés à Cristiano Ronaldo, com a destruição de equipamentos e com a insubordinação constante às regras instituídas numa comunidade escolar. Eu sei lá, com tudo menos com aquilo que é favorável ao bom desempenho académico, tal como um bem rasgado jipe, numa bela folha, branca ou não, ávida de arte e conhecimento.
Se por acaso aparecesse algum destes esboços numa área escrita, até poderia ser considerado um “espólio de guerra”, principalmente se algum adulto reparava na obra de arte “Eh lá, o que é isso, pá? Que vergonha de caderno!…” inquiria o professor, depois de ver a magistral tatuagem no caderno da sua disciplina, ao que o aluno respondia com um silêncio e um inocente e respeitador encolher de ombros, deixando para si a reflexão “Isto é que são uns apontamentos do c*aralho!...”.
Como não podia deixar de ser, aqui vos brindo com alguns dos esboços que ainda me recordo, reclamando desta forma um sentimento nostálgico e paternal para esta postagem.
O tradicional
De perfil.jpg)
De frente
O Geométrico
O Esquelético
O Assombrado
Coming back to life

Where were you when I was burned and broken
While the days slipped by from my window watching
Where were you when I was hurt and I was helpless
Because the things you say and the things you do surround me
While you were hanging yourself on someone else's words
Dying to believe in what you heard
I was staring straight into the shining sun
Lost in thought and lost in time
While the seeds of life and the seeds of change were planted
Outside the rain fell dark and slow
While I pondered on this dangerous but irresistible pastime
I took a heavenly ride through our silence
I knew the moment had arrived
For killing the past and coming back to life
I took a heavenly ride through our silence
I knew the waiting had begun
And headed straight...into the shining sun
David Gilmour
"Pulse"
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Catástrofe aérea, uma questão de lingerie
Certo dia, depois de mais uma jornada de árdua pedagogia e com a mente e o corpo a pedir ripanço, dou com os olhos naquilo que, noutras circunstâncias mais desfavorecidas, poderia até ser apelidado de um “brinde”. Aquela área, entre o final da camisola e o início das calças, que normalmente quando sentadas, nos revela uma bela peça de vestuário, mais íntima.Sermos galardoados com uma visão total ou parcial de uma mulher é, na maioria das vezes, uma graça concedida. Sim, e digo na maioria das vezes porque nem sempre a visão é uma graça. Por vezes é uma visão aterradora, um “presente” envenenado, a visão do apocalipse.
Quando isso acontece não há muito a fazer, basta conformarmo-nos com a certeza do que não se pretende. Não adianta muito tentarmo-nos auto-convencer, da pouca gravidade do assunto, sem grandes resultados “Pronto, até nem foi assim muito mau…” ou “Ah, coitada da moça, estava distraída.” ou ainda “Pode estar num daqueles dias…”. Viu-se, ‘tá visto! Azar!
É claro que quem nos brinda, não incorre numa agressão premeditada à nossa libido, não tem culpa daquilo que a generosidade da Natureza lhe reservou, nada disso. A Natureza foi generosa, pelos vistos, mas em volume, ao ponto das usuárias serem “obrigadas” a transportar os seus glúteos e afins, dentro de uma mistura de pára-quedas e tenda de campanha. Não é agradável, confesso.
Em oposição e para me acalmar, reclamei a mim recordações diversas de, infelizmente ainda curtos, momentos de contemplação a conteúdos de outros “departamentos”, bem mais agradáveis, circundados de uma ousada mistura entre asa-delta e fio de pesca.
Como contribuição para este exercício de autêntico armistício, podemos sempre dirigirmo-nos a uma daquelas “grutas dos 40 ladrões” (qual placebo) e, com as medidas nas mãos e na "ponta da língua", abusar da amabilidade da menina, anunciando, em trejeito de juízo final “Olhe, acho que me vai apetecer despir este conjuntinho aqui. É 34, copa C? Se é, quero esse. E aquele ali, e o outro ali também e já agora traga-me também o outro…”.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Resumo Super Hiper Mega Rifixe... Qualquer semelhança não é conicidência!
Ao fim do dia, antes de dormir falava sempre com a sua mãezinha, coitadinha, que se lhe revelava através de uma planta que ela, criteriosamente, guardava em seus aposentos.
Uma bela noite, quando se foi amagar, já farta de que lhe fornicassem a vidinha, coitadinha, zangou-se com a sua mãezinha e deu-lhe uma valente e alarverona trincadela...

Eis senão quando
...... deu-se a transformação...
Revelou-se o seu Alter Ego e eis que surge a...
SUUUUUPER VAAAAAAAAAAAACAAAAAAAAAAAAAAA

E pronto, a partir daí, não vale a pena entrar em mais pormenores, todos sabemos o que fazem as vacas...
... e esta é super!...
... é pena não ser a única...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Gestão de reembolsos
O casal marca um horário, faz sexo sem nenhum problema, paga ao médico e deixa o consultório.
Finalmente o médico resolve perguntar “Afinal, o que estão a tentar descobrir?”
E o rapaz responde “Nada. O problema é que ela é casada e não posso ir a casa dela. Também sou casado e ela não pode ir a minha casa. No Hotel Tivoli, um quarto custa 120,00 euros, no Holliday Inn custa 100,00 euros e aqui fazemos sexo por 70,00 euros, temos acompanhamento médico, é passado um atestado, sou reembolsado em 42,00 euros pela Médis e ainda consigo uma restituição do IRS de 19,25 euros.”.
SOS - Red Code
Derivado ao assustador aumento de votos, na rubrica "Nenhuma (é fodido, não é?!)", do nosso Quecómetro, deixamos aqui algumas ideias para que os "mais desfavorecidos e menos brindados" não se sintam tão sós.
























