Parece ser de origem "chinoca", tal como alude remota lenda...quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Origem da palavra "ejaculação"
Parece ser de origem "chinoca", tal como alude remota lenda...Um dia, ou melhor, uma noite, um casal "chinoca" entretinha-se no mórbido prazer da concupiscência quando ela, já estafada do esforçado exercício, lhe pergunta:
- Amôle, falta muito pala te viles???
Solícito, ele responde:
- É já, culação..
Ideias em ordem:
Confessionário,
Isto é fodido...
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Dão-se alvíssaras
Desapareceu de sua residência Felismina Maquén Roberto, uma aranha da ordem Araneae, da classe dos aracnídeos e da sub-ordem Araneomorphae (aranhas modernas), com 8 semanas (o equivalente a 4 anos nos humanos) enquanto os seus pais adoptivos foram trincar uma bucha ali à tasca da esquina.Foi vista pela última vez em sua residência, pela manhã, enquanto tomava o seu pequeno-almoço. Vestia um maillot cor de abelha e calçava dois pares de ténis cor-de-rosa, um par de sandálias de couro e outro de botas de borracha amarelas. Dos seus seis olhos, dois eram verdes e quatro castanhos.
Pode ter levado consigo a sua teia preferida (tal como se pode observar na foto).
Era uma aranha com um carácter alegre e bem disposto e não era venenosa.
Para qualquer contacto é favor deixar comentário nesta postagem.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Analógico vs Digital...
Legenda: AnalógicoExistem as mais variadíssimas razões para que uma pessoa inteligente pretira o digital ao analógico... Ora vamos lá ver:
1º. analógico é bom, digital não;
2º. analógico é bonito, digital é abichanado (como pode ser observado na imagem);
1º. analógico é bom, digital não;
2º. analógico é bonito, digital é abichanado (como pode ser observado na imagem);
Legenda:Digital3º. digital vem de dígito (o que cá entre nós não tem interesse nenhum... é que lembra logo aquela coisa com que se torturam os gaiatos na escola...);
4º. analógico vem da aglutinação de dois termos distintos: anal e lógico (o que, neste caso, tem todo o interesse, como é lógico).
Conclusão: O "ógurti" de morango não tem espinhas.
domingo, 21 de outubro de 2007
Inaugure você mesmo!

Ofereça a si mesmo uma inauguração à sua medida e vontade.
Com este convidativo acessório da Build Your Own, seja o "Rei das Inaugurações".
Com e sem sabão.
Períneo TDI
O Criador não era parvo, não era não. Dotou este nosso esferóide de igual número de elementos do género feminino e masculino. Não contente com semelhante façanha, deu-se ainda ao luxo de fornecer, a uns e a outros, qualidades e defeitos dignos de confirmar a famosa Lei dos Grandes Números (só muito mais tarde estudada). Até aqui, tudo na santa paz. Acontece, no entanto, que as interpretações, consciente e ponderadamente, elaboradas por cada uma das partes pelo Criador geradas, assumem contornos contrários (atenção, eu disse contrários e não incompatíveis, mas isso levar-nos-ia a uma outra discussão). Desta ambiguidade, o mais claro exemplo é esta já longa conversa sobre carros ou automóveis, ou lá o que é. Posto isto, convém começar por dizer, galanteador Trovador, que fui elucidada mas não convencida. Quer dizer, então, que a vossa preocupação na escolha de tais objectos rolantes se prende com a, não menos vossa, vontade de nos possibilitarem momentos de inesquecível prazer? É isso? Quer dizer, então, que as inaugurações de tais caixas ambulantes obedecem a um exigente critério de selecção? É? Não acredito (nem tu...), mas fica registada a intenção. Continua, portanto, a minha atitude de pasmo perante o facto de existirem semelhantes gavetas com rodízios que ainda teimam em exibir a sua candura militante.
sábado, 20 de outubro de 2007
Glande freetrack

Cara maMOCA,
Pela consideração e estima que nutro por ti, é minha obrigação responder à deliciosa postagem "Hímen GT", desta forma e com um carácter mais elucidativo.
Levantadas algumas questões sobre a castidade automobilística, receio ter de revelar, em traços mais gerais, alguns pontos até agora desconhecidos pela maioria dos maravilhosos especímenes do género feminino (não do sexo oposto), aos quais nós, excelsos especímenes do género masculino, prestamos devoção.
Ao contrário do errado entendimento que o senso comum feminino cultiva acerca do que o automóvel significa para nós, este meio de locomoção não é o prolongamento do nosso pénis, mas sim, na maior parte dos casos, um meio para o prolongar.
Literalmente.
Tendo isto em conta, conseguimos justificar a maior parte das acções, muitas vezes incompreendidas, que assumimos.
Se somos “mariquinhas” com o bater da porta, com o pó no tablier, com o lixo de toda a ordem espalhado por todos os recantos, é porque, em caso de necessidade de satisfação da carne e do espírito, o ambiente proporcionado seja o ideal durante a vossa estadia.
Se somos chatos e minuciosos na discussão e selecção da viatura (características, performances, consumos, etc.) é unicamente para proteger a vossa integridade física, da selva que é a rodovia e alguns dos seus utilizadores não devotos. E dos mosquitos no campo.
Se somos atentos e temos obrigação de nunca, mas nunca nos esquecermos de uma revisão e de descobrirmos algum ruído que não é comum, que pode ser uma avaria em potência, é porque zelamos pelo vosso bem-estar e segurança, para que possamos chegar sempre a horas aos encontros e para que tenham sempre vontade de voltar.
Somos ainda obrigados, pelo código que nos une, a não banalizar a inauguração, a primeiríssima vez. Não é qualquer mulher que se encontra apta para poder ser “A Eleita” para esse momento. Tem de ser "Aquela", "A Especial". Por isso envaideçam-se com toda a legitimidade, por se considerarem e as considerarem como tal, no momento em que vos for confiada essa responsabilidade.
E por falar em inaugurações, nem só, nos dias de hoje, circulam por aí carrinhos virgens à espera do seu momento; tenho conhecimento de autênticos monumentos que ainda não foram inaugurados, com a pompa e circunstância que lhes é merecida.
Estou convencido que tudo tem o seu timming e que, tal como acontece em outras inaugurações consideradas mais óbvias, se espera por quem melhor saiba cortar a fita.
Pela consideração e estima que nutro por ti, é minha obrigação responder à deliciosa postagem "Hímen GT", desta forma e com um carácter mais elucidativo.
Levantadas algumas questões sobre a castidade automobilística, receio ter de revelar, em traços mais gerais, alguns pontos até agora desconhecidos pela maioria dos maravilhosos especímenes do género feminino (não do sexo oposto), aos quais nós, excelsos especímenes do género masculino, prestamos devoção.
Ao contrário do errado entendimento que o senso comum feminino cultiva acerca do que o automóvel significa para nós, este meio de locomoção não é o prolongamento do nosso pénis, mas sim, na maior parte dos casos, um meio para o prolongar.
Literalmente.
Tendo isto em conta, conseguimos justificar a maior parte das acções, muitas vezes incompreendidas, que assumimos.
Se somos “mariquinhas” com o bater da porta, com o pó no tablier, com o lixo de toda a ordem espalhado por todos os recantos, é porque, em caso de necessidade de satisfação da carne e do espírito, o ambiente proporcionado seja o ideal durante a vossa estadia.
Se somos chatos e minuciosos na discussão e selecção da viatura (características, performances, consumos, etc.) é unicamente para proteger a vossa integridade física, da selva que é a rodovia e alguns dos seus utilizadores não devotos. E dos mosquitos no campo.
Se somos atentos e temos obrigação de nunca, mas nunca nos esquecermos de uma revisão e de descobrirmos algum ruído que não é comum, que pode ser uma avaria em potência, é porque zelamos pelo vosso bem-estar e segurança, para que possamos chegar sempre a horas aos encontros e para que tenham sempre vontade de voltar.
Somos ainda obrigados, pelo código que nos une, a não banalizar a inauguração, a primeiríssima vez. Não é qualquer mulher que se encontra apta para poder ser “A Eleita” para esse momento. Tem de ser "Aquela", "A Especial". Por isso envaideçam-se com toda a legitimidade, por se considerarem e as considerarem como tal, no momento em que vos for confiada essa responsabilidade.
E por falar em inaugurações, nem só, nos dias de hoje, circulam por aí carrinhos virgens à espera do seu momento; tenho conhecimento de autênticos monumentos que ainda não foram inaugurados, com a pompa e circunstância que lhes é merecida.
Estou convencido que tudo tem o seu timming e que, tal como acontece em outras inaugurações consideradas mais óbvias, se espera por quem melhor saiba cortar a fita.
Hímen GT
Imaginar-me a "falar" de carros num blog assumia, até agora, contornos de impossibilidade cravejada, aqui e ali, com pepitas de mau gosto. E no entanto, cá estou eu...Carros, motorizações, jantes, consumos e outras coisas que tal aborrecem-me, chateiam-me, deixam-me pior que fula.
Mas tudo muda! E eis-me a escrever sobre tão execrável assunto.
Carro novo, daqueles que (diz ele) é já um automóvel. Ora, quem é que está interessado em saber quanto consome aos 100, qual a velocidade de ponta, qual o tipo de travões que usa e outras parvoíces do mesmo tipo? Ninguém! Nem eu!!!
Carro novo e a minha estimulada imaginação leva-me a determinado local campestre onde, espero eu, seja feita uma outra inauguração. A do carro, obviamente.
Mas o mais engraçado é que, nos dias de hoje, ainda circulam por aí carrinhos virgens...
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Bem visto!
Ora aqui está um "baptismo" bem conseguido e, acima de tudo, sugestivo. Neste caso, e se foi intencional, tenho de parabenizar os(as) senhores(as) dos laboratórios farmacêuticos.
Caso não saibam, este carbohidrato purificado extraído de vegetais marinhos (encontrado em todas as espécies de sargaços) pelo uso de uma diluição alcalina, também é usado na indústria alimentar (sorvete, leite com chocolate, molhos de salada, glacês, confeitaria, etc), o que, derivando do nome, é um valioso auxiliar para os casais com uma actividade sexual mais monótona.
Visto que o alginato de cálcio tem aplicação na geleificação para vários fins, entre os quais a formação de um gel firme para a preparação de moldes dentários (para fazer dentaduras e outras próteses), e para aqueles usuários que necessitam de amparo na mastigação, têm sempre hipótese de reforçar a sua prótese, enquanto se deixam levar pelas veleidades do acto propriamente dito.
No final, se deixarem solidificar o gel, podem sempre ficar com um molde, para os rainy days.
Como dar um comprimido a um gato
Para todos os que têm gatos ou pensem vir a ter. Muito especialmente para estes últimos.
1. Pegue no gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebé. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir.
2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo.
3. Vá buscar o gato ao quarto e deite fora o comprimido meio desfeito.
4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto lhe segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda.
Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.
5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-fatos. Chame a sua esposa do jardim.
6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deixe cair o comprimindo ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.
7. Vá buscar o gato ao suporte do cortinado e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e reparar as cortinas.
Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde.
8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima para que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco.
Coloque o comprimido na ponta de uma palhinha de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido da palhinha para dentro da boca do gato.
9. Leia a literatura inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue da carpete com o auxílio de água fria e sabão.
10. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até ao pescoço para que apenas a cabeça fique de fora.
Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como fisga para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.
11. Vá buscar uma chave de fendas à garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos.
Beba a cerveja. Vá buscar uma garrafa de whisky. Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando apanhou a última vacina contra o tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfectar. Beba mais um copo. Atire a T-Shirt fora e vá buscar uma nova ao quarto.
12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o cabrão do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se estampou contra a vedação enquanto tentava desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.
13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim e de seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos à garagem.
Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.
14. Beba o restante whisky. Peça à sua esposa que o conduza às emergências e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe cose os dedos, o antebraço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa contacte a loja das mobílias para encomendar uma nova mesa de jantar.
15. Trate de tudo para que a protectora dos animais venha buscar o cabrão do gato mutante fugido do inferno. Telefone para a loja dos animais e pergunte se têm tartaruguinhas.
1. Pegue no gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebé. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir.
2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo.
3. Vá buscar o gato ao quarto e deite fora o comprimido meio desfeito.
4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto lhe segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda.
Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.
5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-fatos. Chame a sua esposa do jardim.
6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deixe cair o comprimindo ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.
7. Vá buscar o gato ao suporte do cortinado e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e reparar as cortinas.
Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde.
8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima para que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco.
Coloque o comprimido na ponta de uma palhinha de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido da palhinha para dentro da boca do gato.
9. Leia a literatura inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue da carpete com o auxílio de água fria e sabão.
10. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até ao pescoço para que apenas a cabeça fique de fora.
Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como fisga para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.
11. Vá buscar uma chave de fendas à garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos.
Beba a cerveja. Vá buscar uma garrafa de whisky. Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando apanhou a última vacina contra o tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfectar. Beba mais um copo. Atire a T-Shirt fora e vá buscar uma nova ao quarto.
12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o cabrão do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se estampou contra a vedação enquanto tentava desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.
13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim e de seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos à garagem.
Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.
14. Beba o restante whisky. Peça à sua esposa que o conduza às emergências e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe cose os dedos, o antebraço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa contacte a loja das mobílias para encomendar uma nova mesa de jantar.
15. Trate de tudo para que a protectora dos animais venha buscar o cabrão do gato mutante fugido do inferno. Telefone para a loja dos animais e pergunte se têm tartaruguinhas.
Ideias em ordem:
A Quintinha do Roberto,
Confessionário
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
A Quintinha do Roberto
Esta é a vaca que ri. Não é essa que os setôres estão já a processar nas vossas mentes pedagogicamente organizadas. Essa nem ri. Porra...! Bem, cada um pensa na que lhe vier à molécula.Esta é a vaca que ri. Aquela mesmo. Conhecida nos meios científicos como vacum país baxus. E sabem porque é que ela ri??? Fácil! Pasta alegremente nos abastados e também alegres campos da Holanda.
Porra, até eu. Se eu fum..se eu pastasse aquela erva, até eu me ria. Oh se ria.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
A Quintinha do Roberto
Inauguramos hoje mais uma rubrica robertiana. E já sei o que alguns(mas) estão a pensar no que diz respeito a inaugurações, mas não passa por aí, quer dizer, às vezes até passa, mas não é essa a intenção deste novo capítulo (se quiserem formação especializada perguntem ao Camarinha do Zêzere).Como ia dizendo, o Roberto resolveu revelar alguns animais que costumam visitar a sua quinta. Animais alegres, contentes com a vida.
Aqui fica o Mutley, para começo que, inexplicavelmente, só faz merda e depois acha-lhe graça. É feliz assim.
Ideias em ordem:
A Quintinha do Roberto,
Estático
Descubra as diferenças
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
NGC 6302, Bug Nebula
Pasmem-se
Dizia também a lenda que, em tempos, se juntou um grupo de amigos e tiveram de encomendar uns frangos.
Ideias em ordem:
Confessionário,
Estático,
Isto é fodido...
domingo, 23 de setembro de 2007
Canção do Engate
tu estás livre e eu estou livre e há uma noite para passar porque não vamos unidos porque não vamos ficar na aventura dos sentidos tu estás só e eu mais só estou que tu tens o meu olhar tens a minha mão aberta à espera de se fechar nessa tua mão deserta vem que o amor não é o tempo nem é o tempo que o faz vem que o amor é o momento em que eu me dou em que te dás tu que buscas companhia e eu que busco quem quiser ser o fim desta energia ser um corpo de prazer ser o fim de mais um dia tu continuas à espera do melhor que já não vem e a esperança foi encontrada antes de ti por alguém e eu sou melhor que nada
É de amigo...
Há quem vá para tirar fotos às brasas que por lá andam.
Há quem fique a "torrar" ao sol do Estoril porque se lembrou dos amigos.
Há quem tenha feito tudo isto.
sábado, 22 de setembro de 2007
sábado, 15 de setembro de 2007
Santa Ignorância

Espantem-se com esta notícia.
Quando alguém pensa que no Alentejo só se descansa à sombra de um chaparro, é ignorante, só pode. Esses seres autóctones sempre foram mais evoluídos do que a maioria da mamiferagem pensa. Agora já se vão convencendo, mas demoraram uns anos valentes.
São também esses seres dotados desta dose de ignorância que fazem circular nesta aldeia global, um certo anexo que publicita uma marca, pouco conhecida, de pastilhas elásticas “KonaCreme”. Já vos deve ter chegado à vossa caixa de e-mail.
E aí reside essa ignorância.
Não sabem (vê-se logo) que a planta que empresta os seus componentes para a elaboração deste produto é fruto de um apuramento de estirpes variadas.
Quando alguém pensa que no Alentejo só se descansa à sombra de um chaparro, é ignorante, só pode. Esses seres autóctones sempre foram mais evoluídos do que a maioria da mamiferagem pensa. Agora já se vão convencendo, mas demoraram uns anos valentes.
São também esses seres dotados desta dose de ignorância que fazem circular nesta aldeia global, um certo anexo que publicita uma marca, pouco conhecida, de pastilhas elásticas “KonaCreme”. Já vos deve ter chegado à vossa caixa de e-mail.
E aí reside essa ignorância.
Não sabem (vê-se logo) que a planta que empresta os seus componentes para a elaboração deste produto é fruto de um apuramento de estirpes variadas.
Comummente conhecida como Pachachoila (pachacha realis, uma flor da família das Papaveraceae), representa o conhecimento transmitido através de gerações e gerações de cultivadores, em que a intenção final é obter o melhor que nos oferece a natureza, utilizando sempre métodos e técnicas naturais.
E é no Alentejo que se preservam estes métodos e se consegue esta qualidade apurada, tal como se observa na foto.
Ultimamente têm sido descobertos outros exemplares, oriundos das zonas mais iluminadas de alguns grandes centros urbanos, que se crê, no seio da comunidade científica que estuda este fenómeno biológico, serem também fruto de uma tentativa de apuramento de raça, nalguns casos de superior qualidade, mas são casos isolados, chegando até a ser associados a lendas e mistérios como os das sereias, pelo prazer que se sente aquando da sua degustação.
Erro OrCÚgráfico
O Efeito "Torradeira"
O final ainda não se sabe, mas devem ter fumado um cigarrinho.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
O Snack do Roberto
Pegue num biscoito salgado.
Cubra com um pedaço de queijo ou manteiga.
Coloque por cima um camarãozinho do Roberto.
Leve para aquecer, assim o queijo ou a manteiga
derrete e o Roberto desperta.
Agora é só saborear e aguardar a surpresa.
Cubra com um pedaço de queijo ou manteiga.
Coloque por cima um camarãozinho do Roberto.
Leve para aquecer, assim o queijo ou a manteiga
derrete e o Roberto desperta.
Agora é só saborear e aguardar a surpresa.
domingo, 2 de setembro de 2007
Gude bái, férias
Nunca tinha tido umas férias como as deste ano. Nunca. Foram um misto de trabalho, puro lazer e divertimento e de total descanso, na melhor companhia. É claro que a(s) pessoa(s) que tive à minha volta contribuiu(ram) para que isso acontecesse.
Gozei este ano umas férias fora do normal a que estava habituado, onde, na maioria das vezes, não tinha aquele tempo para realmente descansar e fazer aquilo que me dava na realíssima telha.
Hoje (data da postagem) é para mim, tal como para muita gente, o último dia oficial de descanso, o que nos traz alguma nostalgia, mas pronto, p'ró ano há mais. Estou certo que cada vez serão melhor.
Não estou triste, estou nostálgico, porque nunca tinha tido umas férias como as deste ano. Nunca.
A insustentável subtileza da dor de cabeça
Há já alguns dias que ando preguiçosa. Busco as razões para tal fenómeno, mas, por preguiça, afasto-me de pensamentos mais elaborados e continuo a fluir na maravilhosa tentação preguiçal. Assim tem sido.Passeando-me por este internético local deu-me, assim sem mais, uma incontrolável vontade de contribuir com mais uma das minhas opiniões.
Lembram-se que quase vos prometi abrir, por aqui, um espacito onde poderia dar voz às minhas considerações sobre a maravilhosa arte de ser gaja? Ora então cá vai.
Diz-se por aí, à boca cheia, que as dores de cabeça que nos atormentam a vida são fingidas e excessivamente frequentes. Ora, ora... Fingidas? Nada disso! A verdade é dura, mas parece-me que está na hora de a explicar ao mundo. Porque será que nos damos ao trabalho de fingir uma situação que não existe e, ainda por cima, pelo menos uma vez por semana? É fácil!!! É mesmo!!!
Simpáticos entes do género oposto, a verdade é única e absoluta.
A razão da nossa dor é a vossa incapacidade, quase inata, de serem consistentes tanto nos actos como nas palavras.
Mandamo-vos para o trabalho de banho tomado, barba feita, pele hidratada, perfumados, barriguinha cheia dos mais variados petiscos e com aquele beijo molhado e prometedor dado mesmo à saída.
Até aqui tudo perfeito.
As horas passadas no nosso emprego (sim, porque nós também trabalhamos) teimam em correr de forma lenta e dolorosa. Esperamos aquela mensagem que nos faça lembrar os tórridos minutos da noite anterior e a dita tarda em aparecer. Por fim, furiosas com a espera, decidimo-nos por vos enviar aquela frase lapidar que só os dois conhecem e aguardamos a resposta. Cento e vinte e três minutos depois, eis que a desejada aparece. E o que diz? "Para mim, também, foi bom". O quê? Bom?? É só isto que têm para nos dizer?
Decidimos desculpar a coisa. Provavelmente está enterrado em papelada ou está em alguma reunião com o Director e a respectiva secretária que, só por acaso, é um mulherão.
Esperamos, em casa, a entrada triunfal de alguém que, a esta altura dos acontecimentos, já percebeu o erro que cometeu.
E eis que chegam...
Suados e sem aquele cheirinho a perfume. Desculpam-se pelo atraso alegando a incompetência do chefe. E como se não bastasse, perguntam pelo jantar.
O jantar? Qual jantar?? (E nós à espera que nos levassem a jantar fora para se redimirem do seu erro.)
Inventamos umas batatas fritas com ovos estrelados e salsichas e empanturramo-nos para aliviarmos o amuo.
Sentamo-nos no sofá dispostas a ver mais um capítulo da telenovela e, invariavelmente, somos presenteadas com a mudança sistemática de canal.
Deitamo-nos, sós, para vos dar o previlégio de verem o que querem e durante o tempo que querem.
Adormecemos, ou então, deixamo-nos embalar por aquela sensação de meio cá meio lá.
Estamos nisto quando sentimos aquela patorra a subir pela perna.
Ai agora? Pois, agora não nos apetece. Agora querem, não é? Pois, agora não nos apetece. Andaram o dia inteiro a ignorar-nos e agora é que se lembram? Pois, agora não nos apetece. Andaram o dia inteiro sem nos lembrar o quão somos maravilhosas, lindas, boas, enfim... e agora esperam o quê? Pois, agora não!!!
E pimba...
"Dói-me a cabeça. Acabei de tomar um comprimido e quero ver se isto me passa."
E por via das dúvidas, não seja o caso de não termos sido entendidas, sussurramos um "Até amanhã" definitivo e cruel.
Fingidas??? Nada disso. São, apenas, o reflexo da vossa inconsistência.
sábado, 1 de setembro de 2007
Camarinha do Zêzere
Tenho amigos. Fico muito feliz por isso.Sou de trato fácil. Penso eu, sem falsas modéstias.
E vendo bem as coisas até é bom porque, de alguma forma, este sentimento nos induz a sermos assim realmente, embora se tenham de salvaguardar as devidas excepções.
Por isso sei que tenho amigos. Amigos dos mais variados géneros e para os mais variados fins. Sim porque não são todos iguais.
Mas gostaria de destacar um que fiz há coisa de uns sete anos, desde que me mudei para onde resido actualmente. Conhecemo-nos por imposição profissional e essa amizade “saltou” para as vivências extra-profissionais, crescendo e reforçando-se cada vez mais com o passar do tempo.
Num destes dias, dei por mim a pensar nisto e cheguei à conclusão que a nossa relação é quase familiar: para ele, eu sou o seu irmão que nunca teve (mais novo) e para mim ele é o irmão mais velho que não tenho. Com todas as “obrigações e requisitos” que cada posição exige a cada um, em função do outro.
Por já termos passado juntos, durante todo este tempo, por várias situações, apertões, confissões, alcatrões, garrafões e outras tentações, a grande maioria delas, boa, acho que é mesmo isto. Somos quase, quase irmãos.
A última situação não aconteceu há muito e foi agradavelmente delirante.
Estava em minha casa, acompanhado por este amigo e a minha camarada de insónias, numa das muitas tertúlias que lá tenho o enorme prazer de organizar, com uma bebida por companhia, a discutir a solução para todos os males do Mundo, quando decidimos, por um qualquer motivo, pedir a opinião de determinado assunto ao Roberto. Sabíamos de antemão que este meu conviva tinha cortado relações com o Roberto (as conversas entre eles deixavam o meu amigo mole e sem sensibilidade), mas pronto falámos só nós.
Ainda lhe pedimos a opinião umas quantas vezes, e o meu amigo nada, nem lhe dirigia a palavra, nem sim, mas também nem não. Mas como esta história de falar e ouvir, e ouvir e falar tem muito que se lhe diga, todos acabámos a noite convencidos que tínhamos tido um trabalhão, mas conseguimos encontrar a solução para alguns dos males, o que nos deixou extremamente alegres, contentes e com a sensação de dever cumprido.
Até que o meu amigo decidiu involuntariamente adoptar, por outras vias, alguns dos raciocínios vaticinados pelo Roberto, o que o deixou também muito feliz.
Como não conseguimos resolver tudo, p'rá próxima vamo-nos dedicar a outro assunto. Talvez possamos ver o que podemos fazer pelos nossos políticos.
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