domingo, 13 de janeiro de 2008

A Matilha do Castelo

Entre uma Milu e outra, lá vai um(a) pato(a), para desenjoar.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Encostos de cabeça. É do melhor!...

Os mil folhas e os serviços de Internet

- Pai, dá-me vinte paus p'rós cromos...
- Vinte? Nem quinze, quanto mais dez.Toma lá cinco e dá vinte e cinco tostões ao teu irmão.

...é p'ra sandes.

- Diga, minha senhora, em que posso ajudá-la?
- Queria pão, se faz favor.
- E que quantidade?
- Queria 100 gramas, mas fininho, se não se importa...é para sandes.

sábado, 12 de janeiro de 2008

A Família Roberto

Roberto Bomtempo (actor brasileiro)

Vai fumar p'rá varanda, vai

Obra da ASAE.

É para obrigar os "espertos" a fumar a, pelo menos, 30 metros do local de trabalho.

A Quintinha do Roberto

Zé Zeferino, o morcego.
O Zé Zeferino é chauffeur - chófer - de camionetas. Conduz camionetas da carreira ali na zona de Almada, numa empresa de transportes e faz o turno da noite.
Certa noite, no exemplar desempenho da sua profissão, inicia a sua rota com meia dúzia de garimbas, ainda com os sintomas de mais uma noite de copos e amassos nas Docas, que se montaram em Cacilhas.
Ciente das suas funções, anuncia:
- Cacilhas...feito!
Mais à frente:
- Cova da Piedade...feito!
E passado um pouco:
- Cruz-de-Pau...feito!!!

Olé!...

A Fafá de Belém tem uns belos atributos, tem sim senhor. E é brasileira.
O que faria se fosse espanhola?
Quem diz a Fafá, diz outra "Fafá" qualquer.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

T2

Aqui está uma bela tipologia: T2.
Confortavelmente instalado, este felídeo até se pode estar questionando acerca das suas eventuais beneméritas acções praticadas, para que tenha sido ele a "vítima" seleccionada; ou então pode mesmo estar com curiosidade em saber como será a distribuição das restantes divisões.
Lembram-se certamente da canção "Quero um t2...".
Enfim, quem não tem cão, caça com gato (branco, preto, malhado ou com umas melas aqui e ali), quem já não quer o gato, caça outro animal qualquer. É conveniente certificarem-se primeiro se o lugar não está já reservado, porque "debaixo de uma pedra pode sair um lagarto", ou outro aracnídeo qualquer.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Fosga-se, mas que prisão. Mais vale "leves, livres e soltas".

Lindor

Lindor?!A Lindt associou-se à Lindor?! Uma marca de chocolates associou-se, ou lá o que é, a uma marca de fraldas para adultos incontinentes?! P'ra quê??? O que é que eles nos estão a vender, que nós não sabemos???

domingo, 6 de janeiro de 2008

Fodido, fodido?!...


José: É UMA MENINA!!!...
Belchior: Eu não te disse?! Havia sempre a hipótese, devíamos ter passado por uma loja de chineses e trazer qualquer coisa para menina, para o caso. E agora o que é que vamos dizer ao Heródes?
Gaspar: Cala-te pá, atão não vês que não dava tempo, com os limites de velocidade que há por aí e com os copos que emborcámos, caçavam-nos logo a carta; além disso, os camelos não têm inspecção tivemos que vir por atalhos e caminhos, só chegávamos cá no Verão e o Natal no Verão não tinha a mesma "saída"!...
Baltazar: Além disso, não tinha valido a pena, a ASAE já fechou a maioria delas, acho que não teríamos encontrado nenhuma aberta. E foi um pau termos conseguido cá chegar, com essa estrela meia manhosa que lá compraste, que uma vez vem em máximos, outra vez apagada...

sábado, 5 de janeiro de 2008

É proibido fumar nas rotundas...


Foram hoje multadas vinte prostitutas numa rotunda em Moscavide, foram fechados cinco bordéis em Póvoa de Varzim, foram severamente admoestados trinta indivíduos de sexo indefinido no Parque Eduardo Sétimo em Lisboa,...

Os homens da ASAE, ciosos do cumprimento da Lei, lançaram mãos à obra e abriram a época de caça ao fumador.

Desta forma, e como não é permitido fumar no local de trabalho.....

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Ele há anúncios fodidos!...

- Maria, estás pronta?
- Sim.
- Luísa?
- Pronta, pai.
- Pedro?
- Pronto, pai.
- Jarbas? Jarbas?
- Sim, milord.
- RIPA-MOS!!! AHAHAHAHAH!!!!

Isto sim, é excentricidade!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

A Idade da Loba

... E o tempo passou...
Olhamo-nos ao espelho e vemo-nos na famosa idade, aquela, a da loba.
Até aqui, nada de novo. Primeiro estranha-se, depois entranha-se, como tudo na vida, diga-se a bem da verdade.
Numa bela noite, porém, tudo muda. Estranhamos, estranhamos e nunca mais nos passa aquela sensação de estranhamento.
Entramos num café, aquele que nos conhece há anos e anos, aquele que nos viu crescer, e miramos os seus ocupantes com um olhar difuso e indiferente. Sentados na mesa costumeira, um grupo de antiquíssimos conhecidos fuzila-nos com a não menos antiga conversa "Fosga-se, há quanto tempo..." ou "Ora, ora, vieste à cidade?...".
Até aqui, tudo bem.
A páginas tantas, mesmo a meio caminho entre um cigarro e outro, levantamo-nos e dirigimo-nos, sempre acompanhadas por outro elemento do mesmo género, à imaculada brancura de uma requintadíssima salle du bain. E é aqui que o caso assume contornos inimaginados. Alguém nos atira "É pá, tu és comó vinho do Porto, quanto mais velha, melhor". E o mundo pára. Pára, acreditem que pára.
Contamos até dez: "1, 2, 3, ..., 10", mas não resulta. Experimentamos uma nova contagem: "1, 2, 3, ..., 10". Nada.
A amiga estranha o nosso semblante e, perplexa, revira os olhos enquanto sibila "Que cara é essa, pá? O gajo elogia-te e ficas com essa carita de quem não comeu porque, e só porque, não gosta da comida?" .
E aí sentimos a estocada derradeira.
É mesmo assim.
Andamos nós, vida fora, cultivando a paciência e um corpo absurdamente fantástico. Andamos nós lindas, livres, leves e, finalmente, soltas a exibir os nossos potenciais recursos e, eis senão quando, nos sentimos incomodadas com semelhante impropério vociferado, surdinamente, por um qualquer caramelo???!
E depois pensamos: "Mau, mau, não deveríamos estar rejubilantes com tal elogio? Que mal nos fará chegarmos ao c.c.d. de uma verdade que sabemos saltar à vista?”. E se bem pensamos, melhor encontramos a resposta. "Pronto, já está o caldo entornado." .
Entornado, sim ... entornado.
Nesta idade de lobas esfaimadas, com a segurança e a auto-estima firmemente instaladas na nossa quotidiana rotina, estamos à espera de tudo. De tudo, menos desta incontornável certeza: Andamos mais pacientes, sem dúvida; andamos lindas, obviamente; andamos livres, claro sempre o fomos; leves, basta olhar para a balança; finalmente soltas, ….
Soltas!… Soltas?... Soltas???...
"Pronto, já está o caldo entornado."
Entornado, sim ... entornado.

A Natureza

A Natureza é bonita, é justa, é nossa amiga.
Nem sempre. Sim, nem sempre.
Por mais cálculos que se façam, por mais amanhada e despachada que uma pessoa seja, por mais que a tentemos ignorar com artefactos e vontades, nem sempre a Natureza está do nosso lado. Mas enfim, o que é que se pode fazer? Nada. A Natureza é assim mesmo. Temos de nos conformar e pronto. E muito bem.
“Ah e tal, vou dar-vos mais uns diazitos, mas depois já sabem…” diria a Natureza, do alto do seu impreterível fado, mas não, implacável, não há pão para malucos.
Se a situação fosse outra, até se tinha resolvido bem a coisa com umas folhas de lixa, como é prática habitual, ignorando lascivamente os seus desígnios monocromáticos.
Enfim, enquanto esperavam que o filho de Erebo e da Noite desse com eles, lá se entreteram em “exigências e promessas”, até então bloqueadas pelas circunstâncias, daquelas verdadeiras e sentidas, daquelas de bandear o músculo.
Para o ano sim, a Natureza vai ser amiga, mas para o ano vai ser diferente. Bom na mesma, mas diferente.
Daqui a três décadas (quase) existem fortes probabilidades para que a “gracinha” não se repita, de acordo com a Natureza. Até lá, quaisquer meia-dúzia de folhas de lixa resolvem facilmente a situação.
Sem espinhas.

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Nem só de marmelos vive o homem.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

A propósito das meias-noites...

Um camionista está a conduzir à noite, pela estrada fora, morrendo de vontade de encontrar uma mulher.
Ao passar por uma plantação de abóboras, ele pensa consigo mesmo:
- Uma abóbora é macia, é húmida por dentro... Hmmmmm...
Sem ver ninguém por perto, ele pára o camião, escolhe a abóbora mais bonita, corta um buraco do tamanho apropriado e começa a divertir-se com ela. Fica tão empolgado, que nem se apercebe da chegada de uma viatura da polícia.
- Desculpe-me, caro senhor! - Interrompe o polícia. - Posso saber o que é que o meu amigo faz nesses modos, atracado a uma abóbora?
O camionista olha assustado para o polícia e exclama, exaltado:
- Uma abóbora? Foda-se, c’um caralho! Ó Cinderela, já é meia-noite?

Isto pode ser fodido!

"...móóss, é só p'ró case dos camones nã perceberem, móóss!..."
O caralho! É por causa de tótós como estes, com ideias "avançadas" como estas e com a mania da modernice, que a ASAE continua a fechar alguns "fóruns" de prazer tradicional.
Ponham-se com ideias de merda, ponham, e depois não se venham queixar "...estes gajos sã fodidos, móóss!!!".

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Conversa do Dia







A diferença entre o homem e a mulher é pequena, mas aumenta quando ela se aproxima!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Dlim, dlão


sábado, 29 de dezembro de 2007

Outros “mundos”: Centro do Universo

Isto, hoje a noite está calma.
Estão a criar-se as condições ideias para uma tertúlia de cartas e deleites mais etéreos e calmos, ao som de histórias e estórias relembradas com o sotaque do vagar.
Rimas, ditos, canalhices, más-linguas, episódios, lérias e tudo aquilo que possa ser dito e molhado com um copo disto ou daquilo, “Dá aí uma bage.”.
Vão-se arrimando à barra “Chico, dá aí um café.” Entre o café e o cigarro, e umas palavras trocadas com a malta do costume, combina-se o que se vai fazer ao serão.
Recordam-se coisas engraçadas.

No tempo dos nossos avós
Ainda os homens eram barbáros,
Subiam às arvóres,
Para comer os passáros.

"- Aaaaaaiiii, abarbáááta-mos!
- Mai’nada!
- ‘Tá aí grande antibiótico!...
- A que horas t’alevantas? Às sete, pr’ás quatro."

São as observações habituais da assistência, umas já conhecidas, outras novas que ficam para as próximas.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

domingo, 23 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

A verdadeira Call girl.

Este ano, é capaz de não haver Natal, digo eu

Estava eu aqui sugestivamente rodeado por uns valentes centímetros de um par de apetitosas e bem calibradas pernas, enquanto conversava com o Roberto, quando me ocorreu “- Foda-se, com estas merdas todas, este ano já são capaz de ter fodido o Natal à malta!”
Ao mesmo tempo ia abrindo uns mails de Natal, daqueles que agora toda a gente recebe, por esta altura, e era só desgraças.
Ele são as renas que resolvem, em plena distribuição natalícia, dar uma fuerada, são os Pais-Natais a arrear o calhau e a limpar o cú às cartas e outras vezes nas chaminés da malta, e até a entoar cânticos de Natal com a consequência gasosa de um belo “jantar de feijões”, são os Pais-Natal a martelar em Mães-Natais até criar bicho… Eu sei lá… Até há mensagens que correm de telemóvel em telemóvel:

O Pai-Natal anda louco,
Enrabou a rena, enrabou o anão
E vai enrabar-te a ti,
Que tens o telemóvel na mão.
É uma completa desgraça. O gajo ‘tá mesmo todo fodido, o que não é de estranhar de todo, porque já anda por cá há um par de anos valentes.
Por isso, meus amigos, amanhem-se sozinhos, que este ano o Natal está por um fio.
Eu cá, depois de mais uma palavra ou outra com o Roberto, vou ver o que estes “rodeios” querem dizer.

Momento de Natal

"- Je ne discute pas le principe, je dis simplement ceci: ce n'est pas le moment."

sábado, 22 de dezembro de 2007

A Família Roberto


Já era hábito Sr. Lucrécio verbalizar os seus, já raros, orgasmos “Brigitte Bardot! Aaiiiii Brigitte Bardot!!!”. Era um fetiche, o que é que querem?
Depois de quarenta e tal anos de casados já nem a D. Efigénia se importava. Até lhe “convinha”, de alguma forma, que o marido se entusiasmasse com alguma coisa, dado o seu exuberante porte.
Certo dia pensou “Vou mandar tatuar dois B’s, aqui mesmo na retaguarda, para ver se se entusiasma mais.” Se assim o pensou, mais rápido o fez.
E zás! Dois vistosos e rosados B’s, mesmo ao lado das agarradeiras.
E lá estavam, o Sr. Lucrécio e a D. Efigénia, os dois, ele, mortinho por clamar o seu ídolo cinematográfico, e ela, mortinha por surpreender o seu mais-que-tudo com um ousado presente, preparando-se para a loucura mensal.
E surpreendeu, de facto.
Foi em pleno I acto que o Sr. Lucrécio exclamou soletrando “B-o-b. Bob?! Mas quem é o Bob. Ó Efigénia, mas quem é o Bob, c*ralho???”

Conversa do Dia

Isto sim, é valioso. Até já consigo ler este cartaz sem óculos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Tendo em conta que os balões pretos pertencem à categoria (e que categoria...!) 34, copa C, identifica os restantes.

O Paraíso

- Para eles é o paraíso, minina! – Exclamou a empregada de Vera Cruz, profetizando uma certeza.
Pois, qual Nostradamus, no seu melhor. Sábio oráculo.
Nestas noites de invernia, com chuva e vento à mistura, cai tudo. Tudo é lavado e arrastado.
Caem os cães a fazer uma mija e os gatos dos telhados; caem os “serões” das camas a pensar que já são sete; caem ramos, galhos e folhas e deixam tudo pelado; até caem os pêlos à malta, quando pensavam que já não.
“Caem ramos, galhos e folhas e deixam tudo pelado”. Perfeito. Isto sim, é valioso.
Ficam as árvores mais limpas e aliviadas, sem aquela densa juba. Exibem com dor, mas com orgulho, as declarações que os namorados tatuam nos seus troncos. Até as sebes, por vezes, ostentam desenhos e esculturas (mas essa história é outra).
Ora então não será bonito e agradável, ao caminharmos por uma via qualquer, depararmo-nos com uma visão arrumada e limpa?! Claro que é! Uma paisagem idílica.
Depois da tempestade tropical se instalar, não há rama que resista.
O produto final é um verdadeiro paraíso. Somos assolados por sensações várias de puro prazer. A exposição deste contacto com a Natureza no seu estado mais puro é indescritível.
É um real asseio.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Primeiro comes, depois "comes".

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Conversa do Dia




Ginecologista é aquele que trabalha onde os outros se divertem...

domingo, 16 de dezembro de 2007

Phónix, isto é fodido!

Não é tão bonito o amor?!

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Hooooooooooooooo! Hoooooooooooooo! Hooooooooooooooooooooooohohohoho!!!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Feliz Natal

- Ho, ho, ho...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A Matilha do Castelo

Será algum destes?

ADSE


A D.Eufrásia era uma senhora reformada, de boas criações e costumes prudentes, como apanágio de boas famílias. Estava desposada, em primeiras (e únicas) núpcias pelo Sr. Aristides, oriundo da província, de bons princípios, mas costumes agrestes e algo despropositados para essa combinação que, na altura, foi vista com algum desagrado. Um matrimónio de décadas.
Como se não bastasse o desconforto de ter de mudar de hábitos e lugares, certo dia, dirigiu-se, na companhia do seu “apêndice matrimonial”, ao novo consultório do seu novo médico de ginecologia. Consulta de rotina.
Quando chegou à sua vez, a senhora entrou e o cavalheiro ficou a aguardar, na sala de espera, folheando rosadas revistas, daquelas que tratam das importantes episódicas querelas travadas em horário nobre da TV.
Em plena consulta, deparando-se com uma nova paciente, e para reunir todo o conhecimento considerado imprescindível, o jovem médico perscruta, de forma polida, o seu historial clínico.
Depois de várias perguntas e respostas a desinformada senhora viu-se confrontada com a pergunta “A D.Eufrásia costuma ter orgasmos?”. Esta interpelação deu origem a um silêncio de dúvida, ao que a senhora retorquiu “Espere só um pouco que vou perguntar ao meu marido. Não demoro.”
A sala de espera abarrotava de maleitas e de mais alguns “apêndices” cansados das revistas e já nos braços de Orfeu.
De um lado ao outro da sala, e porque não havia tempo a perder que o Sr. Doutor não podia esperar, arremessou a pergunta ao seu mais-que-tudo “Ó Aristides, eu costumo ter orgasmos?”. Ele, caindo dos braços de quem o embalava, mas querendo para lá voltar, respondeu, do alto da sua doutrina “Esta mulher é parva, tens lá agora isso, tu tens é a ADSE…!".

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

O "presentinho"


Pois andava eu, considerada maMOCAsilva, racionalmemte perdido numa tertúlia bloguística qualquer quando, atravessado por pensamentos afrodisíacos e eventuais práticas futuras (sim, proximamente futuras, também, mas longuinquamente, como não só), me ocorreu, como seria perfeito, para coroar esta ociosa quadra, uma outra coisa diferente, dada de forma diferente, um qualquer encontro "ilícito", num sítio qualquer, um qualquer "presentinho". Diferente do banal embrulho. Nada de material.
Seria diferente.
Seria melhor.
Seria perfeito.)
(…/…)
…ah, desculpem,
…estava eu a dizer que andava por aqui e dei de caras com O presente de “Natal”, e fiquei lá, quero dizer, ficaria por lá, serviria-me que nem uma luva. Seria mesmo o meu número.
Já sei que não seria nem na Noite nem no Dia de Natal, mas haveria de ser mesmo onde calharia melhor. Para coroar, precisamente.
Até lá, ficarei esperançado que aconteça, que alguém se lembre de mim.
Afinal,
É Natal!

Soutien - 100 anos, 100 fotos

Mamas para pendurar no coiso (no rectrovisor).

domingo, 9 de dezembro de 2007

O presente de "Natal"


Passeando-me por um qualquer centro comercial, iniciando a azáfama das compras natalícias, olho distraída, mas atentamente, as montras que correm velozes no meu processador de imagem. O cheiro intenso de um café aproxima-se, de forma matreira, do meu sistema olfactivo. Penso: "Vou fumar um cigarrito, beber um café e abstrair-me desta música dos sininhos que já me está a dar nos nervos". Sento-me. Inevitavelmente, escuto a conversa de duas lindíssimas e esculturais louras. "Estou chateada, pá. Não sei o que hei-de comprar ao Tó Zé. Já dei voltas e mais voltas e não há meio de ver uma coisa que me agrade. O gajo é complicado. Sei lá eu o que é que o gajo gosta". Bolas, penso eu, mas que porra esta. Calem-se já com essa conversa da treta". E saio, rapidamente, do local. Aquela loja pára-me. Olho o seu interior extasiada. Medito: "...e se eu..." Entro. É inevitável!!! Peço à menina do balcão: "Gostaria de experimentar aquele conjuntinho que está ali, por favor." A menina olha-me por detrás do balcão e rosna: "O se número é..." O meu número...bem... e respondo "34, copa C". Experimento-o, compro-o e a moça atira-me: "É para embrulhar?" Pois claro, penso eu, mas respondo: "Sim, é para embrulhar. Esse é o meu presente". Aí a moçoila anima-se e pronuncia-se: "Faz bem, também merecemos uma prenda". Abandono-a aos seus afazeres intelectuais e decido sentar-me, no frio do fim de tarde, num banquinho pouco confortável, a maquinar na minha compra. A minha imagem reflecte-se nas gigantescas bolas vermelhas penduradas algures e vejo-me com uns irresistíveis olhos verdes, umas estonteantes pestanas, de vermelho vestida. Umas sandalitas pretas, de salto-alto, claro. Uma caudinha finalizada em seta desponta, envergonhada. Sou eu. E nesse momento escolhi o presente, a prenda, a lembrancita...
Está guardada. Não para o corriqueiro dia 24, claro que não, mas para um outro dia.
Que dia?
Pois...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Êxodo 20:11

Uma por dia, nem sabes o bem que te fazia...
E ao sétimo dia descansa.
(Êxodo 20:11: Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o SENHOR o dia do sábado e o santificou.)

A menina do gaz

Mais fodido que isto...? Não sei...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O Presépio



Uma normal família comia tranquila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:
- Tenho uma má notícia... já não sou mais virgem! Sou uma vaca!
E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.
Silêncio sepulcral na mesa. De repente, começam as acusações mútuas:
- Isto é por tu seres como és! – reage o marido dirigindo-se à mulher - Por te vestires como uma puta barata e te arreganhares para o primeiro imbecil que entra aqui em casa.
Claro que isto tinha que acontecer, com este exemplo que a menina vê todo dia, a toda a hora!

- E tu - apontando para a outra filha de 25 anos – que te ficas agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de larilas. Tudo na frente da menina!
A mãe, não aguentando mais o chorrilho de acusações e espumando, responde:
- E quem é o anormal que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Pensas que eu e as meninas somos cegas? E além disso, que exemplo podes tu dar se, desde que assinaste essa maldita TV por cabo, passas todos os fins-de-semana frente à televisão, vendo pornografia de quinta categoria e, como se isso não bastasse, acabas a sessão em punhetas, com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?!
Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz tremula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:
- Como foi que isso aconteceu, minha filha, explica lá à mãe?
E, entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha...

A Quintinha do Roberto

O Sinfrónio.
É com extremo pesar que comunicamos o trágico desaparecimento do Sinfrónio.
Foi ironicamente esmagado pelo seu hobby, a pintura, enquanto atravessava esta perigosa estrada, para chegar aoa outro lado.
O Sinfrónio era o responsável pela manutenção do sistema de resíduos sólidos da nossa quinta. Tinha por vezes ideias de merda e costumava pisar o risco, mas sempre com alegria.
Descansa em paz e até sempre.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A celeuma

Caros tertulianos,
Cabe-me, sem sombra de dúvida, repor a vera essência, que se encontra sublime e engenhosamente encoberta, por uma capa de banalidade e rudeza.
A respeito do meu último contributo para esta tertúlia, Educação Sexual é…, insurgiram-se algumas vozes, causando quase um motim de desalentos e discordâncias.
Não foi este o propósito. Mas também.
Ciente da delicadeza do tema, pretendi torná-lo de interpretação ambígua sim, cedendo a razão à legitimidade de outras interpretações mais instantâneas, mas sem a pretensão de afrontar as mentes mais delicadas, apenas agitá-las e alertá-las para outras culturas, para outros horizontes. Depois de ler os comentários a este polido remate, admito que poderia ter abrilhantado o título com o dissílabo também, atenuando desta forma o primeiro impacto.
Posto isto, passo a aclarar e a descansar as vossas augustas mentes.
Considerando as amarguradas ruas, pelas quais caminham os nossos valores, vale sempre a pena, mesmo que não se verbalize, sentirmo-nos “obrigados” a retribuir, no mínimo de igual forma, em tempo real ou num futuro a curto prazo, da graça que nos foi concedida. Seja ela qual for.
Desta forma, e considerando a importância da boa educação no âmbito sexual, esse agradecimento, poderá até não ser verbalizado, para não desmoronar um momento mais íntimo, mas deverá, isso sim, ser acompanhado de atitudes e práticas retributivas, talvez na companhia de uma ligeira degustação tabágica, se for essa a praxis.
Convenhamos que existem práticas que, à luz da nossa cultura ocidental, são socialmente ostracizadas.
Observem, por exemplo, o caso dos caçadores inuik - esquimós - que dão uma importância especial aos seus hóspedes, brindando-os honradamente com a companhia mais íntima da sua esposa. Partilham princípios como a confiança, a honra, a amizade e o respeito. Da mesma forma, quem é confrontado com tal obséquio, deverá, nessa mesma base de partilha, mostrar a sua gratidão, no mínimo, com um “Oh, mas eu não merecia tal graça…não é preciso estar a incomodar a senhora. Bem, mas nesse caso, já que insiste, muito obrigado.”.
Por outro lado, em algumas culturas asiáticas é normal e tido como falta de respeito pelo anfitrião, não emitir frequentes e sonoras eructações (arrotos) após um belo repasto. É como quem diz “Estou realmente satisfeito. Muito obrigado.”.
O que seria grave, realmente grave, seria ser convocado, com toda a veneração, para um acontecimento social de alto gabarito, deleitar-se com os prazeres carnais da esposa do anfitrião e, quando finalmente se sentisse na perda de todas as suas faculdades primárias, descesse as escadas e ainda a apertar as calças, lançasse um sonoro e troante arroto, rematado com uma melódica e vociferal explanação do seu agrado, que poderia muito bem ser um “Muito obrigadoooooo!!!”
Isso é que era capaz de dar uma celeuma…

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Educação sexual é...



... dizer obrigado, no fim.

domingo, 2 de dezembro de 2007

A Matilha do Castelo

Larry Dog.
O merecido descanso, depois de uma azafamada partilha genética, pelas "damas" das redondezas.

A Família Roberto

Roberto Mancini (treinador de futebol)

sábado, 1 de dezembro de 2007

A Matilha do Castelo

A pedido dos muitos leitores que, assiduamente, participam nesta tertúlia, e considerando o elevado número de propostas que temos vindo a receber, damos hoje início a uma nova rubrica - A Matilha do Castelo - que visa encontrar o pretendente ideal para a nossa jovem mamã e progenitora do adorável José Maria.
Proveniente das melhores famílias, é por todos ambicionada.
Os dotes são generosos. Algumas das fotografias que vos apresentaremos falarão por si.
Zézé Cãomarinha (especialista em "estrangeiras", mas faz uma perninha no "nacional").